A SLB, garantiu uma cessão de múltiplos poços em águas ultraprofundas na costa do Brasil, o que permitirá que a Petrobras, aumente sua produção de petróleo e gás e seu desempenho geral.
Ao divulgar seu novo acordo, o SLB o descreveu como “um grande contrato” garantido após uma licitação competitiva para fornecer serviços e tecnologia para até 35 poços em águas ultraprofundas, que fazem parte do segundo desenvolvimento da Petrobras nos campos de Atapu e Sépia na Bacia de Santos, visando grandes bolsões de petróleo e gás abaixo de espessas camadas de sal até 2.000 metros abaixo da superfície do oceano.
Essa atribuição permite que a empresa norte-americana implante tecnologias avançadas de completação elétrica e soluções digitais, que supostamente fornecem inteligência de produção precisa e em tempo real, além de melhor gerenciamento de reservatórios, o que permitirá à operadora brasileira produzir de forma otimizada recursos de hidrocarbonetos valiosos e de difícil acesso.
Com início previsto para meados de 2026, o trabalho de conclusão contará com serviços e tecnologia avançados do portfólio de conclusão da SLB, como suas válvulas de controle de intervalo de alta vazão Electris, projetadas para aumentar o controle da produção e a recuperação de poços geologicamente complexos e de alta vazão.
Paul Sims, presidente de sistemas de produção da SLB, comentou: “Isso ajudará a Petrobras a gerar maior confiabilidade, tempo de atividade do sistema e desempenho de produção nesses campos — apoiando as ambições de segurança energética e crescimento econômico do Brasil”.
A atribuição de múltiplos poços segue outro grande contrato concedido à joint venture SLB OneSubsea pela Petrobras para os campos de Atapu e Sépia em 2024, que inclui sistemas de produção submarinos padronizados no pré-sal e serviços relacionados.
A Petrobras tomou a decisão final de investimento (FID) para a segunda fase de desenvolvimento desses campos no final de maio de 2024. O campo de Atapu produz desde 2020 por meio do FPSO P-70 , com capacidade de produção de 150 mil barris de óleo por dia (bopd).
A segunda fase de desenvolvimento, Atapu-2, envolverá a construção de um FPSO com capacidade para 225.000 bopd. A Petrobras detém 65,7% de participação no campo de Atapu, em parceria com a TotalEnergies (15%), Shell (16,7%), Petrogal (1,7%) e PPSA (0,9%).
O campo de Sépia produz desde 2021 por meio do FPSO Carioca , com capacidade de produção de 180.000 bopd. A segunda fase de desenvolvimento, Sépia-2, também contará com um FPSO recém-construído com capacidade de 225.000 bopd.
A Petrobras detém 55,3% de participação no campo de Sépia, em parceria com a TotalEnergies (16,9%), Petronas (12,7%), QatarEnergy (12,7%) e Petrogal (2,4%). Esses projetos de campos petrolíferos permitem a adição de dois novos navios FPSO: P-84 (Atapu) e P-85 (Sépia), com início de produção previsto para 2029.
A Petrobras está determinada a continuar sua história de crescimento em hidrocarbonetos no Brasil e em outros lugares, conforme enfatizado em seu plano estratégico para 2024-28.
The 4th edition of Latin America’s largest event was dedicated to floating oil and gas production, storage, and offloading platforms (FPSOs).
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FPSOs EXPO BRAZIL: Global Epicenter of FPSOs – Exhibition and Conference on floating production platforms
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Conference: 10:00 AM to 6:00 PM
Exhibition: 12:00 PM to 8:00 PM (Free admission for all industry professionals)
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