A TotalEnergies concedeu à TechnipFMC um contrato de engenharia, aquisição, construção e instalação (EPCI) para o campo Lapa Nordeste no pré-sal da Bacia de Santos.
Sob o contrato descrito como “significativo”, a TechnipFMC irá reconfigurar e instalar umbilicais e tubos flexíveis em uma nova configuração definida para garantir ainda mais a produção do campo.
“O mercado offshore brasileiro está se tornando mais diversificado em relação ao escopo de trabalho e oportunidade do cliente”, disse Jonathan Landes , presidente da Subsea da TechnipFMC.
“Na Lapa Nordeste, estamos trabalhando com um cliente valioso com quem construímos um relacionamento de confiança. Ao oferecer a flexibilidade de uma campanha em fases, estamos ajudando a TotalEnergies a acelerar seu cronograma e iniciar a produção mais cedo.”
As duas empresas também estão trabalhando juntas em Angola. Ou seja, a TechnipFMC ganhou um contrato em junho para fornecer sistemas de produção submarinos para o desenvolvimento da Fase 3 do CLOV no Bloco 17.
O contrato é o primeiro sob o novo acordo-quadro que as partes assinaram no início de maio, cobrindo árvores submarinas para desenvolvimentos brownfield no Bloco 17.
Para a TechnipFMC, um contrato “significativo” está entre US$ 75 milhões e US$ 250 milhões.
O campo de petróleo e gás da Lapa, anteriormente conhecido como Carioca, foi descoberto em 2007 antes de Sapinhoá ser descoberto no mesmo bloco em 2008.
O bloco BM-S-9 foi então dividido em dois sub-blocos para Lapa e Sapinhoá. A produção comercial plena da Lapa começou no final de 2016 através do FPSO Cidade de Caraguatatuba, de 100.000 b/d.
A TotalEnergies opera o campo que fica a 270 quilômetros da costa do Brasil, trabalhando com a MODEC, operadora do FPSO.




























































