Edição de Outubro/2021 no ar! – Acesse a edição completa

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A edição de Outubro/2021 da Revista digital Oil & Gas Brasil, já está disponível.

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  • Vídeos do setor: Um ROV pela visão de um engenheiro submarino (Petrobras);
  • Vídeos do SETOR: Transparência (Petrobras);
  • MATÉRIA DE CAPA: Polo GasLub Itaboraí: em rota de crescimento por Flávia Vaz;
  • Petrobras 68 anos: Energia que transforma superação em futuro;
  • ENTREVISTA EXCLUSIVA: Filipe Bonaldo Alves – Manager Director Infrastructure & Capital Projects (I&CP) da Alvarez & Marsal (A&M) – Cenário de oportunidades enseja um futuro promissor;
  • Shell amplia portfólio no Brasil após leilão da ANP;
  • MATÉRIA TÉCNICA: O FPSO do futuro está em ´construção`, com Carlos Mastrangelo, COO da Enauta;
  • Petrobras desenvolve tecnologias para inspeção de dutos flexíveis;
  • Primeira carga de petróleo do FPSO Carioca é destinada a refinarias em São Paulo;
  • Drydocks inicia projeto de conversão FSO para Perenco;
  • Biosolvit vai participar de evento internacional em Dubai;
  • Campos da Cessão Onerosa estão entre os maiores produtores nacionais em agosto;
  • Petrobras cria canal para contratação de acesso às infraestruturas de escoamento de gás natural no Brasil;
  • CNOOC quer comprar participação extra no campo da Petrobras em Búzios;
  • SBM Offshore conclui empréstimo ponte de US $ 635 milhões para FPSO Almirante Tamandaré;
  • ARTIGO: O impacto do Alumínio na indústria naval por Luiz Henrique Caveagna;
  • Eneva coloca Azulão em operação comercial 20 anos após descoberta do campo;
  • Resolução sobre garantias de descomissionamento é aprovada pela Diretoria da ANP;
  • Porto do Açu é o primeiro porto do Brasil a obter certificação internacional EcoPorts;
  • Petrobras investe em projetos de startups internas para incentivar inovação e alavancar resultados;
  • Aprovada resolução sobre redução da alíquota de royalties para empresas de pequeno e médio porte;
  • Luiz Eduardo Valente assume a presidência da Transpetro;
  • Shell Energy é lançada no Brasil com usinas de energia mais limpa e contrato pioneiro de gás;
  • Petrobras se compromete com a rede zero;
  • Estatal inicia processo para acesso ao Terminal de Regaseificação de GNL de Pecém;
  • ANP e RELOP realizaram evento sobre transição energética com órgãos reguladores de outros países;
  • SBM Offshore fecha o maior financiamento de projeto de sua história;
  • DOF ganha novo contrato e extensão com a Petrobras;
  • Petrobras cria ambiente sobre a abertura do mercado de gás natural em seu site;
  • Pré-Sal Petróleo vai leiloar mais de 55 milhões de barris de petróleo da União;
  • Equinor celebra 20 anos de atuação no Brasil;
  • Petrobras e Gerdau assinam contrato para fornecimento de gás natural;
  • Ocyan reduz quase 3 toneladas de resíduos de papel desde o ano passado com apoio de startup;
  • Petrobras vendendo participações em 15 campos do Golfo do México;
  • CBO compra rival Finarge em negócio de US $ 94 milhões;

Clique aqui e veja também, nossas edições anteriores.

Petrobras em São Paulo reutilizam quase 11 bilhões de litros de água por ano

A economia gerada equivale ao consumo anual de 1,5 milhão de pessoas

A utilização de água é fundamental para processamento de óleo, gás e derivados, geração de vapor e manutenção dos sistemas de resfriamento das refinarias. Em razão disso, a gestão de recursos hídricos na Petrobras visa garantir o suprimento necessário às atividades, mas também contribuir com a conservação e disponibilidade nas áreas próximas das unidades da empresa. Somente em 2020, as refinarias de São Paulo reutilizaram quase 11 bilhões de litros de água, equivalente ao consumo médio anual de quase 380 mil famílias de 4 pessoas – o que seria suficiente para abastecer uma das cidades mais populosas do estado, como Campinas ou Guarulhos.

A quantidade de água consumida em uma refinaria varia de acordo com a capacidade de processamento, portfólio de produtos, tecnologias empregadas, clima local, localização geográfica, entre outros fatores. “Todos os processos utilizam água para resfriamento, para aquecimento, através da geração de vapor, para lavagem de sistemas e para garantia da segurança das instalações, como o combate a incêndio. O reuso de água é uma ação importante para que nossa produção seja cada vez mais eficiente e sustentável ”, explica a gerente executiva de Refino da Petrobras, Elza Kallas.

Um exemplo de como o reúso economiza recursos hídricos vem da Refinaria Presidente Bernardes de Cubatão (RPBC). A unidade reutilizou o volume de aproximadamente 1,5 bilhão de litros, equivalente a 602 piscinas olímpicas, consolidado em 2020. Em 2021 foram implementadas ações e projetos que aumentaram em 20% a recuperação de água para os sistemas de geração de vapor, o que reduziu o consumo de energia da refinaria em 0,6% e a captação de água em 0,5%, além de reduzir a geração de CO2 pela menor queima de combustível para geração de vapor.

Já a Refinaria de Paulínia (Replan) conta com 18 ações de reúso que no mesmo ano, representaram uma economia de quase 3,2 bilhões de litros de água. Essas ações representam cerca de 15% do consumo de água da refinaria. Atenta às necessidades de economia deste recurso natural essencial, a Replan tem em sua carteira de projetos novas ações que pretendem gerar economia adicional de mais 100 mil litros por hora no futuro, ampliando ainda mais o Programa de Reúso de Água da Replan.

Na Refinaria Henrique Lage (Revap), situada em São José dos Campos, 32% do volume utilizado nos processos vem de água reaproveitada. Os 623 mil litros por hora reutilizados dariam para abastecer uma cidade de 136 mil habitantes durante um ano. A modernização da refinaria também considerou projetos que representaram quase o dobro de economia hídrica de 2009 para 2020. Mesmo depois de implantar novas unidades, o que elevaria o consumo de água, por meio de novas tecnologias a refinaria conseguiu suprir esse consumo com a reutilização ao invés de captar mais água. Em 2023 estima-se um aumento de 20 mil litros de água reutilizada por hora na Revap.

A Refinaria de Capuava (Recap) reutiliza em média 70 mil litros de água por hora, o equivalente a 20 piscinas olímpicas, e a tendência é aumentar este volume. Na Recap os sistemas de água de resfriamento e de geração de vapor funcionam em circuito fechado, propiciando recuperar o máximo de água.

A Petrobras está investindo para se posicionar entre as melhores refinadoras do mundo, em termos de eficiência, desempenho operacional e produtos de alta qualidade. A companhia está focada em alcançar uma produção mais sustentável e competitiva em custo e qualidade. Com esse objetivo, a Petrobras também investe em pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias para melhor uso dos serviços ecossistêmicos, como é o caso de reuso de água e tratamento de resíduos.

Conselheiros da Petrobras visitam o Cenpes, maior centro de Pesquisas e Desenvolvimento da América Latina

Integrantes do Conselho de Administração conheceram tecnologias em desenvolvimento no Centro de Pesquisas da companhia e o novo Laboratório de Inovação em Segurança

Integrantes do Conselho de Administração da Petrobras estiveram, na segunda-feira (18/10), no Centro de Pesquisas da empresa (Cenpes), o maior da América Latina, com 147 laboratórios instalados. Dentre os laboratórios visitados pelos conselheiros, teve destaque no roteiro o Safety Innovation Lab, um laboratório criado especificamente para desenvolver tecnologias que promovam a segurança das pessoas. O laboratório já conta com cerca de 70 projetos em andamento e mais de 30 parceiros, entre empresas e startups.

“Os conselheiros da Petrobras puderam interagir e conhecer como são desenvolvidas nossas tecnologias e inovações, além de observar como o Cenpes está inserido na execução da estratégia tecnológica da companhia”, avaliou o Diretor de Transformação Digital e Inovação da Petrobras, Nicolas Simone.  “O Safety Innovation Lab é um exemplo do comprometimento da Petrobras com a saúde e a segurança dos colaboradores. No laboratório, são desenvolvidas e testadas soluções para reduzir a exposição das pessoas a riscos e garantir a segurança das atividades da Petrobras”, complementou.


Foto: Visita de membros do Conselho de Administração da Petrobras ao Cenpes (VIVIAN FERNANDEZ)

Uma linha de pesquisa que já vem sendo aplicada no laboratório é o uso de Inteligência Artificial para detectar situações de perigo por meio de câmeras de monitoramento. O projeto foi batizado de Anjo da Guarda e já há câmeras operando com essa tecnologia em unidades operacionais da companhia. O sistema aciona um alarme ao detectar riscos como focos de fogo e fumaça, profissional sem equipamento de proteção e posicionamento inseguro como, por exemplo, alguém embaixo de uma carga. O projeto Anjo da Guarda também contará com a incorporação de wearables como parte dos Equipamentos Individuais de Segurança (EPIs), possibilitando o monitoramento da geolocalização e de parâmetros ambientais e fisiológicos que indiquem antecipadamente situações de risco potencial, permitindo agir proativamente.

O laboratório se dedica também a soluções para treinamento em segurança com uso de Realidade Virtual e da linguagem de “games” em alguns casos. Um dos projetos em teste é o kit simulador de incêndio com óculos de imersão que permite recriar uma cena real de incêndio em ambiente tridimensional. O simulador também é capaz de reproduzir as sensações reais por meio de equipamentos que reproduzem as sensações reais de peso do material, das forças de reação da mangueira de combate ao incêndio, proporcionais ao aumento da vazão do fluxo de água e do calor, reproduzido em um colete que esquenta de acordo com a proximidade do foco de incêndio.

Foto: Visita de membros do Conselho de Administração da Petrobras ao Cenpes (VIVIAN FERNANDEZ)

 Outro projeto em andamento é o Plan360, uma espécie de GoogleMaps da plataforma, que permite navegar por todas as áreas da planta, avaliando os detalhes remotamente em terra. A tecnologia possibilita a redução da necessidade de embarques para inspeções e planejamentos de obras de manutenção. Além disso, está sendo ampliado o uso de sistemas de comunicação e interação para assistência remota, com uso de óculos e demais equipamentos de realidade aumentada, o que permite a interação de operadores de campo com especialistas em terra ou mesmo assistência remota de consultores, de forma imediata, sem a necessidade de aguardar deslocamentos e embarques.

Cenpes
O Cenpes é o maior centro de pesquisas da América Latina, com 308 mil m² e 147 laboratórios e plantas pilotos instalados, mais de 8 mil equipamentos, muitos com tecnologia de ponta. Seu pessoal, altamente capacitado, desenvolve e aperfeiçoa tecnologias que suportam e viabilizam o negócio da Petrobras que aposta na tecnologia e na inovação como alavanca para os seus negócios. Em sua quarta visita ao Cenpes, Eduardo Bacellar, presidente do Conselho de Administração da Petrobras, declarou estar fascinado com o que viu dessa vez. “É impressionante o trabalho de todos, a competência, a criatividade a inovação e a certeza de que a Petrobras se prepara para o futuro e que os desafios estão sendo vencidos. E é desafiador também para nós, do Conselho de Administração, correspondermos a tudo que está sendo feito na Petrobras. Temos que focar nos caminhos e nas estratégias que viabilizem o que está sendo feito aqui”, disse.

Petrobras reitera seu compromisso com a prática de preços competitivos e anuncia ajuste de preços de gasolina A e diesel A para distribuidoras

A Petrobras reitera seu compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato para os preços internos, das volatilidades externas e da taxa de câmbio causadas por eventos conjunturais.

Dessa forma, a partir desta terça-feira (26/10), a Petrobras realizará ajuste nos seus preços de gasolina A e diesel A para as distribuidoras.

Esses ajustes são importantes para garantir que o mercado siga sendo suprido em bases econômicas e sem riscos de desabastecimento pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileiras: distribuidores, importadores e outros produtores, além da Petrobras.

O alinhamento de preços ao mercado internacional se mostra especialmente relevante no momento que vivenciamos, com a demanda atípica recebida pela Petrobras para o mês de novembro de 2021.

Os ajustes refletem também parte da elevação nos patamares internacionais de preços de petróleo, impactados pela oferta limitada frente ao crescimento da demanda mundial, e da taxa de câmbio.

O preço médio de venda da gasolina A da Petrobras, para as distribuidoras, passará de R$ 2,98 para R$ 3,19 por litro, refletindo reajuste médio de R$ 0,21 por litro.

Considerando a mistura obrigatória de 27% de etanol anidro e 73% de gasolina A para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço da gasolina na bomba passará a ser de R$ 2,33 por litro em média. Uma variação de R$ 0,15 por litro.

Para o diesel A, o preço médio de venda da Petrobras, para as distribuidoras, passará de R$ 3,06 para R$ 3,34 por litro, refletindo reajuste médio de R$ 0,28 por litro.

Considerando a mistura obrigatória de 12% de biodiesel e 88% de diesel A para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço do diesel na bomba passará a ser de R$ 2,94 por litro em média. Uma variação de R$ 0,24.

De forma a contribuir para a transparência de preços e melhor compreensão da sociedade, a Petrobras publica em seu site informações referentes à formação e composição dos preços de combustíveis ao consumidor:
https://petrobras.com.br/pt/nossas-atividades/precos-de-venda-de-combustiveis/

ANP e Energy Paranã assinam contratos de cinco blocos de exploração e produção de petróleo

A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e a Energy Paranã assinaram os contratos de cessão para exploração e produção de cinco blocos de petróleo. A Energy Paranã é composta pelas empresas Petres Energia, braço do Grupo Interalli nas áreas de gás natural e petróleo, e EnP Ecossistemas Energéticos – com 50% de participação cada.

Os contratos assinados são dos blocos ES-T 354, ES-T 373, ES-T 477, TUC-T-139 e TUC-T-147, localizados no Espírito Santo e Bahia. Ao todo, a empresa soma 12 blocos exploratórios.

Para o diretor do Grupo Interalli, um dos sócios majoritários da Petres Energia, Fabrício Slaviero Fumagalli, a oficialização das aquisições demonstra o avanço crescente do mercado de energia. “Temos potencial para ser aproveitado e estamos entrando neste cenário de grandes oportunidades, com investimentos que contribuirão para o desenvolvimento do país”, afirma.

A efetivação da compra dos blocos ( clique aqui para assistir a reunião de Diretoria Colegiada) representa a abertura de novas fronteiras de exploração e produção de petróleo.

De acordo com Renata Isfer, também sócia da Petres, a resolução da ANP (Nº 853/2021) que regulamenta a redução de alíquota de royalties para empresas de pequeno e médio portes aumenta a possibilidade de atuação no mercado.

“A aprovação dessa resolução aumenta as chances da viabilidade econômica da produção de petróleo e gás natural nestes blocos. Com a aquisição recente de cinco blocos, totalizando 12, expandimos a oportunidade neste mercado para a Petres, por meio da Energy Paranã, de contribuir com um cenário de segurança energética no Brasil”, declara Isfer. A operadora dos blocos será a Imetame – empresa que faz consórcio com a Energy Paranã.

Sobre a Petres – A Petres Energia é especializada no desenvolvimento de projetos de exploração, produção e de infraestrutura em óleo e gás natural. Petres tem como sócios majoritários o Grupo InterAlli – que já atua nas áreas de infraestrutura portuária, incluindo a operação de grãos e líquidos, logística, energias renováveis e agronegócio – e Renata Isfer, que atuou como Secretária de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia (MME).

Projeto de Educação Ambiental PEA FOCO, da Equinor, celebra dez anos de atuação

No ano em que comemora 20 anos de atuação no Brasil, a Equinor celebra também uma década de atuação do PEA FOCO, projeto de educação ambiental desenvolvido pela companhia na área de abrangência do campo de Peregrino, na Bacia de Campos, como uma medida de mitigação exigida pelo licenciamento federal conduzido pelo Instituto Brasileiro Ibama. Durante os dez primeiros anos de atuação, diversas iniciativas foram desenvolvidas com a participação de mais de 400 mulheres das cidades de São Francisco de Itabapoana, São João da Barra, Cabo Frio, Armação dos Búzios e Arraial do Cabo.

Com o objetivo de capacitar as mulheres por meio do reconhecimento de seus direitos e deveres na sociedade e como parte da metodologia de desenvolvimento do PEA FOCO, o projeto estabeleceu reuniões locais nas comunidades, nas sedes municipais e também encontros regionais. A metodologia utilizada é participativa e, a partir do diálogo, diversas demandas das mulheres foram surgindo e se transformando em realidade. “Um dos principais objetivos do PEA FOCO é fortalecer a organização comunitária, como exigência do Ibama, e temos orgulho em perceber que, ao longo desses dez anos, a Equinor pôde contribuir de forma intensa com as comunidades onde atuamos”, comenta Pryscila Verly, Analista Sênior de Sustentabilidade da Equinor Brasil.

Com foco na identificação e desenvolvimento de lideranças, o projeto proporcionou capacitação por meio de cursos para dezenas de mulheres, conhecidas localmente como educadoras populares. Foram implementadas duas cozinhas pedagógicas, uma em São Francisco do Itabapoana e uma em São João da Barra, onde são desenvolvidas oficinas de culinária e economia solidária. O PEA FOCO também atuou junto ao Ministério da Pesca para proporcionar o reconhecimento profissional de mulheres das comunidades como pescadoras, tirando-as da invisibilidade na cadeia da pesca, por meio do recebimento da carteira de pesca.

Uma das conquistas das mulheres a partir da educação ambiental foi, em 2014, criar a Associação de Mulheres Apoiadoras do PEA-FOCO, entidade jurídica de defesa de direitos que tem por objetivo garantir espaço nos fóruns de discussão que o projeto já vivencia, como os Conselhos Municipais, que discutem sobre as questões de gênero e de saúde, e demais instâncias de participação existentes na região.

Pela relevância de suas iniciativas e pelos impactos positivos nas comunidades, o PEA FOCO foi reconhecido globalmente pela Equinor, em 2018, quando foi selecionado pelo CEO’s SSU  Award como o melhor projeto de sustentabilidade. A premiação destaca as melhores iniciativas da companhia em todo o mundo em diversas categorias.

Atuação durante a pandemia

Durante o atual cenário de pandemia da COVID-19, o projeto se adaptou para desenvolver as atividades remotamente, mantendo o engajamento das mulheres. Esse período proporcionou discussões sobre novos temas, como tecnologia, metodologias de trabalho, treinamento e engajamento.

Sobre o PEA FOCO

O PEA FOCO integra o processo de licenciamento do campo de Peregrino, aprovado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis ​​(Ibama), sendo uma das condicionantes da licença de funcionamento do campo. Por esse motivo, o projeto segue sendo desenvolvido por toda a vida útil do campo. Atualmente, o PEA FOCO atua nas cidades de São Francisco de Itabapoana, São João da Barra, Cabo Frio, Armação dos dos Búzios e Arraial do Cabo. O projeto visa contribuir para a integração das mulheres e para o reconhecimento de seu papel e atuação nos espaços econômico, social e ambiental da região, respeitando as relações de interdependência próprias da vida comunitária.

Petrobras vendendo campo em águas profundas no Brasil

A Petrobras iniciou o processo de venda de toda a sua participação no campo de Catuá, localizado na Bacia de Campos offshore do Brasil.

A Petrobras informou na sexta-feira que iniciou a fase de divulgação da oportunidade ( teaser ), referente à venda da totalidade de sua participação (100 por cento) no campo Catuá, pertencente ao Bloco Exploratório BC-60, no Espírito Santo. O campo fica a cerca de 128 km da costa em lâminas d’água que variam entre 1.700 e 1.950 m.

Esta transação está em linha com a estratégia da empresa de otimização do portfólio, redução da dívida e melhoria da alocação de capital, uma vez que cada vez mais concentra seus recursos em ativos de classe mundial em águas profundas e ultraprofundas.

O contrato de concessão refere-se à concessão exploratória do Bloco BC-60 adquirido na Rodada Zero da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Este contrato tem a Petrobras como operadora e abrange outros campos além do campo de Catuá, que não farão parte do presente processo de cessão de direitos.

É um campo em águas profundas, descoberto pela Petrobras em 2003, sem produção. A declaração de comercialidade foi feita em 2006. São quatro poços perfurados no campo onde foram encontrados óleos leves em reservatórios carbonáticos, segundo a Petrobras.

No início deste mês, a Petrobas também anunciou a venda de sua participação em uma empresa que possui participações em 15 campos offshore no Golfo do México, nos Estados Unidos . A saber, a Petrobras está vendendo toda a participação de 20 por cento detida por sua subsidiária Petrobras America Inc. (PAI) na empresa MP Gulf of Mexico (MPGoM), localizada no Texas.

A MPGoM tem participação como operadora ou não operadora em 15 campos offshore no Golfo do México, juntamente com uma participação na plataforma host St. Malo operada pela Chevron.

Fiscalização de combustíveis: ANP divulga resultados de ações em 13 estados (18 a 21/10)

De 18 a 21/10, a ANP realizou ações de fiscalização no mercado de combustíveis em diversos estados do país.

Nas ações, os fiscais verificaram se as normas da Agência – como o atendimento aos padrões de qualidade dos combustíveis, o fornecimento do volume correto pelas bombas, apresentação de equipamentos e documentação adequados, entre outras – estão sendo cumpridas.

Além da fiscalização de rotina, a Agência também atua em parceria com diversos órgãos públicos. Nesta semana, por exemplo, houve parcerias em quatro estados (CE, MT, SP e RJ), com órgãos como Polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros, Procons e Instituto de Pesos e Medidas (Ipem).

Veja abaixo os resultados das principais ações em 13 unidades da Federação, nos segmentos de postos de combustíveis, revendas de GLP (gás de cozinha), distribuidores de combustíveis automotivos, de aviação e de GLP, produtores de biodiesel e transportadores-revendedores-retalhistas (TRR): 

Rio Grande do Norte 

Ao longo da semana, foram fiscalizados sete postos de combustíveis, duas revendas de GLP e um TRR em Natal, no Rio Grande do Norte. Um posto foi autuado e sofreu interdição por fornecer volume de combustível abaixo do registrado em bomba abastecedora.

Ceará 

Na cidade de Itatira, no Ceará, foram fiscalizadas pela ANP, em parceria com a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militar, 22 revendas de GLP, a partir de denúncias de comércio clandestino. A Agência fiscalizou ainda cinco postos de combustíveis na cidade.

Na operação com os órgãos estaduais, foram autuados e interditados dois estabelecimentos que revendiam GLP sem autorização da ANP. Nos demais, não foi constatada a presença de botijões ou se encontravam fechados.

Já no segmento de postos, um agente econômico foi autuado e teve um bico abastecedor interditado por fornecer menos combustível do que o registrado na bomba. Outro posto foi autuado por não possuir equipamentos de análise de qualidade dos combustíveis (teste que pode ser exigido pelo consumidor).

Bahia 

Na Bahia, foram fiscalizados dois produtores de biodiesel, um em Candeias e um em Iraquara. Não foram constatadas irregularidades em campo, sendo coletadas amostras de combustível para análise em laboratório credenciado pela ANP.  

Pernambuco  

Ainda no Nordeste, os fiscais da ANP estiveram, esta semana, em cinco postos de combustíveis nas cidades de Recife e Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco. Um posto foi autuado e sofreu interdição por fornecer volume de combustível abaixo do registrado na bomba abastecedora.  

Mato Grosso 

Ao longo da semana, a ANP fiscalizou seis postos de combustíveis e quatro revendas de GLP em Mirassol D’Oeste, em Mato Grosso. A ação ocorreu em parceria com o Procon/MT, o Procon Municipal de Mirassol e a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon/MT). Um posto foi autuado por efetuar entrega de combustível em domicílio do consumidor, o que é vedado pela legislação.

Goiás 

Em Goiás, as ações de fiscalização ocorreram em 21 postos de combustíveis, nos municípios de Heitoraí, Itaguari, Itaguaru, Rianápolis, Trindade e Uruana.

Em Trindade, foram encontradas irregularidades em cinco postos. Um deles foi autuado por fornecer menos combustível do que o registrado na bomba, sofrendo interdição de um bico de etanol hidratado, e por não exibir os preços de todos os combustíveis comercializados. Além disso, foram apreendidas 19 embalagens de 20 litros de óleo lubrificante, por não possuírem registro autorizado na ANP.

Em outros três postos da cidade, também foi identificado o fornecimento de menos combustível do que o marcado na bomba, sendo os agentes econômicos autuados e tendo interdições nos bicos com a aferição irregular (um de etanol hidratado, um de óleo diesel B S10 e um de óleo diesel B S500).

O quinto posto em Trindade foi autuado por apresentar um dos termodensímetros (equipamentos acoplados à bomba de etanol hidratado para verificar aspectos de qualidade) com defeito.

Um posto em Heitoraí e outro em Itaguaru foram autuados também por fornecerem menos combustível do que o registrado na bomba, sofrendo interdições nos bicos com o problema (o primeiro de óleo diesel B S500 e segundo de gasolina comum).

Já em Uruana, um posto foi autuado por não possuir equipamentos de análise de qualidade dos combustíveis e por ostentar marca comercial de distribuidor estando cadastrado na ANP como bandeira branca.

Distrito Federal 

Na Asa Norte, em Sobradinho e em Taguatinga, no Distrito Federal, os fiscais da ANP estiveram em três postos de combustíveis, não sendo encontradas irregularidades.

Santa Catarina 

Durante a semana, a ANP fiscalizou sete postos de combustíveis nas cidades de Concórdia e Lages, em Santa Catarina. Um posto de Lages foi autuado não possuir os equipamentos para realização de testes nos combustíveis, não possuir registro de análise da qualidade dos combustíveis (RAQ) e não possuir os certificados de verificação/calibração dos equipamentos.

Rio Grande do Sul 

Dois postos de combustíveis e uma revenda de GLP foram fiscalizados pela ANP, esta semana, em Erechim, no Rio Grande do Sul. Não foram encontradas irregularidades.

Paraná 

No Paraná, foram fiscalizados 19 postos de combustíveis, não sendo encontradas irregularidades. Os fiscais da ANP estiveram nas cidades de Alto Paraná, Mandaguaçu, Maringá, Nova Esperança, Paiçandu, Paranavaí e Presidente Castelo Branco.

São Paulo 

No Estado de São Paulo, a ANP fiscalizou 61 postos de combustíveis e sete revendas de GLP, na capital e nos munícipios de Agudos, Araras, Barueri, Bauru, Cardoso, Cordeirópolis, Fernandópolis, Ipeúna, Itapecerica da Serra, Jales, Leme, Monte Aprazível, Osasco e Rio Claro.

Na capital, parte das fiscalizações ocorreu em parceria com a Polícia Civil (DPPC) e o Instituto de Pesos e Medidas (Ipem-SP). No total, nove postos foram autuados na cidade, sendo três também interditados parcialmente. Um deles teve oito bicos e um tanque interditados por comercializar gasolina C comum com teor de etanol anidro de 15% (quando o estabelecido na legislação é 27%) e não ter o equipamento para o teste de quantidade de combustível fornecido pela bomba (que pode ser exigido pelo consumidor) aferido pelo Inmetro.

Outro posto teve quatro bicos e um tanque interditados por comercializar etanol hidratado combustível fora das especificações da ANP (teor alcoólico abaixo do especificado). Já o terceiro posto que sofreu interdição, em um bico de etanol, foi flagrado fornecendo menos combustível do que o registrado na bomba, além de não atualizar dados cadastrais quanto à bandeira (marca de distribuidora) que ostenta e não possuir equipamentos para realização de testes de qualidade nos combustíveis quando solicitado pelo consumidor.

O outros seis postos foram autuados por motivos diversos: três por não funcionarem no horário mínimo obrigatório; um por não atualizar dados cadastrais quanto à bandeira que ostenta; um por não possuir equipamento para medição dos estoques de combustíveis; e um por não atualizar dados cadastrais da bandeira e não possuir equipamentos para realização de testes de qualidade.

Houve ainda autuações e interdições em outras cidades. Em Araras, um posto foi autuado e teve dois bicos de gasolina C comum interditados por fornecer menos combustível do que o indicado na bomba, além de não atualizar dados cadastrais e não manter no estabelecimento documentos obrigatórios. No mesmo município, um posto teve dois bicos e um tanque de gasolina C comum interditados por comercializar o combustível com teor de etanol anidro de 47%. Em Cordeirópolis, também houve autuação e interdição de um bico de etanol em um posto por fornecer combustível em quantidade inferior à marcada na bomba.

Já em Barueri, Leme, Osasco e Rio Claro, houve autuações em um posto cada, por motivos diversos: não atualizar dados cadastrais quanto à bandeira; não possuir equipamentos para realização de testes de qualidade; termodensímetro com defeito; e não ter o equipamento para o teste de quantidade de combustível aferido pelo Inmetro.

No segmento de GLP, apenas uma revenda foi autuada, em Itapecerica da Serra, por não dispor de balança para pesagem dos recipientes pelos consumidores.

Rio de Janeiro 

Durante a semana, a ANP realizou ações de fiscalização nas cidades de Porto Real, Duque de Caxias e Bom Jesus do Itabapoana, no Estado do Rio de Janeiro.

Os fiscais estiveram em três TRRs, uma distribuidora de GLP e três distribuidoras de combustíveis líquidos em Duque de Caxias, não sendo encontradas irregularidades. Em Porto Real, a ação foi em uma usina de biodiesel, na qual também não foram identificadas irregularidades em campo, sendo coletadas amostras do produto para análise em laboratório credenciado pela ANP.

Já em Bom Jesus do Itabapoana, a Agência esteve em ação conjunta com a Polícia Civil e a Transpetro, visando ao combate ao roubo de dutos. Não forem feitas autuações por parte da ANP.

Minas Gerais 

Em Minas Gerais, a ANP fez 50 ações de fiscalização esta semana, em postos de combustíveis, revendas de GLP e bases distribuidoras de combustíveis automotivos e de aviação, nas cidades de Betim, Confins, Lagoa Santa, Matozinhos e Araxá.

Em Araxá foram lavrados sete autos de infração em postos de combustíveis, sendo cinco por falta dos instrumentos de análise de qualidade, um por irregularidades no painel de preços e um por flagrante de abastecimento em recipiente sem o selo do Inmetro.

No município de Matozinhos, uma revenda de GLP foi autuada por ser vinculada à bandeira de uma distribuidora, mas comercializar botijões de outras marcas.

Nas distribuidoras, não foram encontradas irregularidades em campo, sendo realizadas coletas de combustíveis para análises mais aprofundadas em laboratório credenciado pela ANP.

Consulte os resultados das ações da ANP em todo o Brasil    

As ações de fiscalização da ANP são planejadas a partir de diversos vetores de inteligência, como denúncias de consumidores, dados do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) da Agência, informações de outros órgãos e da área de Inteligência da ANP, entre outros. Dessa forma, as ações são focadas nas regiões e agentes econômicos com indícios de irregularidades.
Para acompanhar todas as ações de fiscalização da ANP, acesse o Painel Dinâmico da Fiscalização do Abastecimento. A base de dados é atualizada mensalmente, com prazo de dois meses entre o mês da fiscalização e o mês da publicação, devido ao atendimento de exigências legais e aspectos operacionais.
Os estabelecimentos autuados pela ANP estão sujeitos a multas que podem variar de R$ 5 mil a R$ 5 milhões. As sanções são aplicadas somente após processo administrativo, durante o qual o agente econômico tem direito à ampla defesa e ao contraditório, conforme definido em lei.

Denúncias sobre irregularidades no mercado de combustíveis podem ser enviadas à ANP por meio do Fale Conosco ou do telefone 0800 970 0267 (ligação gratuita).

Petrobras informa sobre acordo com a ANP

A Petrobras informa que, em 14/10/2021, sua Diretoria Executiva apreciou e aprovou encaminhamento ao Conselho de Administração de proposta para a celebração de Acordo entre a Petrobras e a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) relacionado à cobrança de royalties sobre a operação da Unidade de Industrialização do Xisto (SIX), localizada em São Mateus do Sul/PR. Os termos do Acordo foram aprovados hoje pela diretoria colegiada da ANP e ainda serão apreciados pelo Conselho de Administração da Petrobras.

A proposta de Acordo envolve pagamento parcelado de montante de R$ 559 milhões (valor com base em junho/21, a ser atualizado até a assinatura do Acordo), dos quais R$ 302 milhões já se encontram provisionados nas demonstrações financeiras do 2T21.

O início do pagamento do montante será realizado pela companhia após a celebração do Acordo, e resultará no encerramento de todos os processos judiciais e administrativos relacionados à cobrança de royalties e multas administrativas decorrentes da lavra de xisto betuminoso exercida na SIX, bem como na celebração de um contrato de concessão entre Petrobras e ANP para disciplinar a pesquisa e lavra de xisto na SIX. Os termos do Acordo, bem como a minuta do contrato de concessão, serão submetidos à consulta e audiência públicas pela ANP, como medida de transparência, legitimidade e segurança jurídica.

A decisão de adesão ao Acordo está em linha com a política de gestão de riscos associadas à gestão de contingências e com a estratégia de geração de valor através da negociação de valores em litígio.