Petrobras assina contratos de R$ 18 milhões para projetos socioambientais na Baixada Fluminense

Três projetos nas áreas de desenvolvimento econômico sustentável e florestas beneficiarão mais de 1.500 pessoas em sete municípios da região metropolitana do Rio de Janeiro. Companhia também doou 50 notebooks para instituições locais.

Petrobras reafirmou seu compromisso com o desenvolvimento sustentável da Baixada Fluminense com a assinatura simbólica de três novos projetos socioambientais, que representam um investimento total de mais de R$ 18 milhões na região metropolitana do Rio de Janeiro. A cerimônia aconteceu nesta segunda-feira (08), das 9h30 às 11h30, no Teatro SESI Caxias, com a presença do Gerente Executivo de Responsabilidade Social, José Maria Rangel, do Gerente-Geral da Reduc, Luis Claudio Michel, do Gerente da Termorio, Reginaldo Souza, e representantes do poder público.

“Nosso trabalho começa desde pensar e escrever o edital, analisar e escolher os projetos até o processo final de contratação que dura cerca de 1 ano e meio. E ganhar um edital da Petrobras não é fácil. Então nosso objetivo é que os projetos transformem a vida das pessoas, o cuidado com as pessoas é o que mais nos importa, por isso investimos nos projetos socioambientais, os de hoje são no entorno da Reduc, enfatizou o Gerente Executivo de Responsabilidade Social, José Maria Rangel.

Os projetos selecionados por meio do Programa Petrobras Socioambiental contemplam duas importantes linhas de atuação e beneficiarão diretamente mais de 1.500 pessoas em sete municípios da região. O programa possui linhas temáticas que incluem Desenvolvimento Econômico Sustentável, Educação e Florestas, focando em geração de renda, capacitação profissional, atividades educacionais e conservação ambiental, com prioridade para comunidades tradicionais e regiões de atuação da companhia.

Na linha de Florestas foram aprovados o projeto “Conexão Floresta e Clima”, que promoverá a restauração florestal e criará uma rede de escolas pelo clima em cinco municípios, e o “Recôncavo da Guanabara”, que capacitará 365 participantes em restauração e conservação de florestas. Na linha de Desenvolvimento Econômico Sustentável foi selecionado o “Centro de Formação em Economia do Mar”, que beneficiará cerca de 790 participantes com foco em comunidades tradicionais da pesca artesanal, povos indígenas, quilombolas e agricultores familiares.

Os projetos irão beneficiar diretamente diversas comunidades da Baixada Fluminense, promovendo ações que aliam cuidado ambiental, desenvolvimento social e econômico. A iniciativa está alinhada com os valores da companhia, especialmente o compromisso com a sustentabilidade e o cuidado com as pessoas, gerando valor para a sociedade com visão de longo prazo.

Durante o evento, a Petrobras também formalizou a doação de cerca de 50 notebooks para três instituições locais de Duque de Caxias: Associação dos Pescadores e Pescadoras de Saracuruna e Região, Associação Beneficente Braços Abertos (Abba) e Associação Open Your Mind. Esta doação faz parte de uma iniciativa mais ampla da Petrobras de doação de notebooks recondicionados, que nesta etapa atenderá, com cerca de 8 mil equipamentos, escolas públicas municipais de oito estados e instituições do terceiro setor que participam dos Comitês Comunitários da companhia.

O objetivo é incentivar a inclusão e empoderamento digital das comunidades da área de abrangência das operações da Petrobras. Desde o início da iniciativa, em 2021, mais de 18 mil computadores já foram doados, reforçando o compromisso da companhia com o desenvolvimento social e a democratização do acesso à tecnologia.

O evento também destacou iniciativas já em andamento como o Unicirco, que atende cerca de 800 crianças e jovens através do circo social, e o ViDançar, que transforma vidas através da educação para cidadania e da dança.

Esta ação demonstrou o papel da Petrobras como parceira do desenvolvimento regional, contribuindo para a construção de um futuro mais sustentável e inclusivo na Baixada Fluminense, em consonância com seu propósito de energia que move o país e compromisso com a transição energética justa. A cerimônia marcou mais um importante passo da companhia em sua atuação socioambiental, reforçando o compromisso com as comunidades onde atua.

Os projetos

Linha de Atuação: Florestas

• Conexão Floresta e Clima — O projeto promoverá a restauração florestal e criará uma rede de escolas pelo clima em cinco municípios da Baixada Fluminense, contribuindo para a conservação ambiental e educação climática nas comunidades locais.

• Recôncavo da Guanabara — A iniciativa capacitará 365 participantes em técnicas de restauração e conservação de florestas, fortalecendo a capacidade local para a preservação dos ecossistemas da região.

Linha de Atuação: Desenvolvimento Econômico Sustentável

• Centro de Formação em Economia do Mar — O projeto beneficiará cerca de 790 participantes com foco em comunidades tradicionais da pesca artesanal, povos indígenas, quilombolas e agricultores familiares, promovendo o desenvolvimento econômico sustentável através da economia azul e fortalecimento das atividades ligadas ao mar.

The 4th edition of Latin America’s largest event was dedicated to floating oil and gas production, storage, and offloading platforms (FPSOs).

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FPSO EXPO BRAZIL: Global Epicenter of FPSOs – Exhibition and Conference on floating production platforms

Date: May 19, 20, and 21, 2026.
Conference: 10:00 AM to 6:00 PM
Exhibition: 12:00 PM to 8:00 PM (Free admission for all industry professionals)
Location: ExpoRio Cidade Nova, Rio de Janeiro, Brazil (Antigo Expo Mag)
Visit the event website: https://fpsosexpor.com.br/

Transpetro amplia atuação logística com integração da PB-LOG à sua estrutura

Petrobras transfere subsidiária à Transpetro, que passa a gerir os serviços de logística integrada e controle de emergências nas operações de exploração e produção de petróleo e derivados.

Transpetro deu mais um passo para ampliar sua atuação na logística de petróleo e derivados ao incorporar a Petrobras Logística de Exploração & Produção S.A. (PB-LOG) à sua estrutura. Com a mudança, a Transpetro passa a atuar também no apoio marítimo e no controle de emergências em áreas exploradas por consórcios que são operados e liderados pela Petrobras.

A PB-LOG era uma subsidiária integral da Petrobras e passa a integrar a estrutura de gestão da Transpetro. A mudança foi aprovada por todas as instâncias de governança necessárias. É uma operação entre subsidiárias integrais, em que haverá aumento de capital na Transpetro, sem a necessidade de emissão de novas ações.

“Essa mudança está em linha com a principal meta da nossa gestão: ampliar a atuação da Transpetro para torná-la uma estatal forte, lucrativa e ofertar cada vez mais serviços logísticos multimodais e integrados para os nossos clientes. A incorporação da PB-LOG se junta aos nossos investimentos em dutos e terminais, na ampliação da frota e na entrada em novos modais, como o de barcaças. Sem dúvida, a Transpetro está no caminho certo para conquistar cada vez mais clientes”, afirma o presidente da Transpetro, Sérgio Bacci.

Como resultado desse movimento estratégico, a Transpetro amplia sua presença na área de exploração de petróleo, aproveitando as sinergias que terá com a PB-LOG para prestar serviços logísticos integrados.

Desde o início da atual gestão da Transpetro, a estratégia de crescimento dos negócios tem sido suportada por novos investimentos. A companhia tem aumentado a capacidade operacional dos seus terminais, investido na modernização dutoviária para ampliar a disponibilidade de transporte, ampliado sua frota própria e feito contratações para ingressar em novos mercados.

Desde o ano passado, a Transpetro já lançou licitações para contratação de 16 embarcações (quatro navios handy, oito navios gaseiros e quatro navios MR1), que vão ampliar a capacidade de transporte de derivados de petróleo pela costa brasileira. Além disso, recentemente foi ao mercado para contratar 18 barcaças e 18 empurradores para expandir seus negócios na navegação interior. E, também, vai aumentar sua capacidade de alívio nas plataformas operadas pela Petrobras com a contratação de nove navios aliviadores de posicionamento dinâmico.

Sobre a PB-LOG

A PB-LOG é uma sociedade anônima de capital fechado, criada em 2012 como subsidiária integral da Petrobras. A empresa oferece dois tipos de serviços logísticos: o Controle de Emergências, que inclui o combate a possíveis derramamentos de óleo no mar, disponibilidade dos recursos e equipamentos de combate ao blowout submarino e centros de defesa ambiental; e Logística Integrada, que contempla soluções logísticas de recebimento de material, guarda e transporte (terrestre, marítimo e aéreo).

Atualmente, a PB-LOG concentra suas operações na região Sudeste, próximo das grandes bacias produtoras de Santos e Campos. Em 2024, a empresa registrou lucro líquido de R$ 533 milhões a partir da prestação de serviços a 21 consórcios que envolvem 12 empresas.

Sobre a Transpetro

Operando 48 terminais (27 aquaviários e 21 terrestres), cerca de 8,5 mil quilômetros de dutos e 33 navios, a Transpetro é a maior subsidiária da Petrobras. A empresa é a maior companhia de logística multimodal de petróleo, derivados e biocombustíveis da América Latina.

A Transpetro presta serviços a distribuidoras, à indústria petroquímica e demais empresas do setor de óleo e gás. A carteira da subsidiária da Petrobras conta com mais de 170 clientes.

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Estatal informa sobre resultado do Leilão de Áreas Não Contratadas

Petrobras arrematou os direitos e obrigações da União em Mero e Atapu no Leilão de Áreas Não Contratadas realizado pela Pré-Sal Petróleo S.A. – PPSA.

O consórcio formado pela Petrobras (80%), em parceria com a Shell Brasil Petróleo Ltda (20%), adquiriu a participação da União de 3,500% no acordo de individualização de produção da jazida compartilhada de Mero ofertando o valor final de R$ 7.791.844.310,00. Com esta aquisição, a Petrobras aumenta a sua participação na jazida compartilhada de Mero de 38,60% para 41,40%.

Adicionalmente, também em parceria com a Shell (26,76%), a Petrobras (73,24%) adquiriu a participação da União de 0,950% no acordo de individualização de produção da jazida compartilhada de Atapu, ofertando o valor final de R$ 1.001.456.652,00. Com esta aquisição, a Petrobras aumenta a sua participação na jazida compartilhada Atapu de 65,687% para 66,38%.

O valor a ser pago em dezembro de 2025 pela Petrobras é de R$ 6,97 bilhões e a assinatura dos contratos ocorrerá até março de 2026. O desembolso já estava previsto pela companhia e os volumes, embora não previstos, estão dentro da margem de +-4% da projeção da curva de produção do Plano de Negócios 2026-30.

Este Leilão foi amparado pela Lei Nº 15.164, de 14 de julho de 2025, que alterou a Lei nº 12.351, de 22 de dezembro de 2010, autorizando a União a alienar seus direitos e obrigações decorrentes de acordos de individualização da produção em áreas não concedidas ou não partilhadas na área do pré-sal.

A participação da Petrobras no Leilão de Áreas Não Contratadas da PPSA está alinhada à estratégia de longo prazo da companhia, reafirmada no Plano de Negócios 2026-30, que prevê a reposição de suas reservas de óleo e gás com resiliência econômica e ambiental.

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Petrobras lança combustível sustentável de aviação produzido totalmente no Brasil

Companhia anuncia primeiras entregas do SAF que atende a critérios mundiais de qualidade, mais um passo importante na liderança da transição energética justa no país.

As primeiras entregas de combustível sustentável de aviação (SAF) foram anunciadas pela Petrobras, no Rio de Janeiro. A empresa é a primeira a produzirintegralmente no Brasil, o combustível que recebe a certificação de sustentabilidade de acordo com as regras da ICAO (International Civil Aviation Organization). O volume de 3 mil m³ foi comercializado com distribuidoras de combustíveis de aviação que operam no Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão – RJ). Esse volume corresponde a cerca de um dia de consumo nos aeroportos do estado do Rio de Janeiro.

O combustível sustentável de aviação, também conhecido como SAF (Sustainable Aviation Fuel), pode substituir o querosene de aviação convencional sem necessidade de modificações nas aeronaves ou na infraestrutura de abastecimento. Isso o torna uma solução prática e rápida para reduzir as emissões do setor aéreo.

“O SAF, produzido por coprocessamento no parque de refino da Petrobras, é uma solução que contribui para o cumprimento das metas de descarbonização do setor aéreo. É um produto competitivo, que atende a rigorosos padrões internacionais da aviação. Estamos oferecendo ao mercado nacional a possibilidade de atender às demandas globais, antecipando o cumprimento do CORSIA, que é um programa internacional para a redução das emissões provenientes dos voos internacionais”, afirma a presidente da Petrobras, Magda Chambriard.

A antecipação da produção de SAF em relação à legislação vigente é fundamental para o mercado de aviação, considerando as futuras exigências do setor. A partir de 2027, as companhias aéreas no Brasil deverão começar a usar esse tipo de combustível em voos internacionais, seguindo as regras do programa CORSIA (Carbon Offsetting and Reduction Scheme for International Aviation) da ICAO; e em voos domésticos, com base na Lei do Combustível do Futuro.

Uma nova geração de combustíveis para o setor aéreo

O SAF Petrobras tem certificado de sustentabilidade ISCC-CORSIA (International Sustainability Carbon & Certification – Carbon Offsetting and Reduction Scheme for International Aviation). É um combustível com menor intensidade de carbono porque utiliza um percentual de matéria-prima de origem vegetal, que é processada junto com o querosene de aviação mineral.

No momento, a Petrobras está certificada para o uso de óleo técnico de milho (TCO), uma matéria-prima residual, ou óleo de soja, com uma redução prevista nas emissões líquidas de CO2 de até 87% na parcela renovável. O produto obtido é quimicamente idêntico ao combustível mineral, mas com uma parcela derivada de matéria-prima sustentável.

O combustível das primeiras entregas foi produzido na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), no Rio de Janeiro, certificada para produzir e comercializar SAF. A Reduc possui autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para incorporar até 1,2% de matéria-prima renovável na produção de SAF por essa rota.

Refinaria Henrique Lage (Revap), em São José dos Campos (SP), já realizou testes para a produção de SAF pela rota de coprocessamento de óleo vegetal com correntes tradicionais de petróleo. A previsão é que, ainda em 2026, a Refinaria de Paulínia (Replan), no estado de São Paulo, e a Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Minas Gerais, também passem a produzir e comercializar o combustível.

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Foresea oferece 26 vagas onshore e offshore em Macaé (Link de cadastro dentro da matéria)

Oportunidades são para níveis médio, técnico e superior em regime CLT.

A Foresea, empresa líder de mercado no setor de perfuração offshore, abriu 26 vagas em regime CLT para oportunidades offshore e onshore no município de Macaé (RJ).

As posições são voltadas a candidatos de nível médio, técnico e superior, abrangendo diferentes áreas de atuação. Entre os cargos oferecidos há vagas para Especialista em Perfuração, Sondador Cyber, Oficial de Quarto de Máquinas, entre outras. A empresa também busca profissionais para funções como Técnico de Segurança do Trabalho (exclusivo para PCD) e Analista de Automação.

As inscrições podem ser realizadas pelo site da Foresea, pelo Linkedin da empresa ou diretamente na página de carreiras (Link), onde estão disponíveis todas as informações de cada vaga e seus respectivos processos seletivos.

Para todas as posições, a Foresea oferece um pacote de benefícios que inclui plano de saúde e odontológico, vale-alimentação ou vale-refeição, incentivo à prática de atividade física (Wellhub), plano de previdência privada, participação nos lucros, seguro de vida, entre outros.

Sobre a Foresea

A Foresea oferece soluções em perfuração offshore e conta com frota própria formada pelas sondas ODN I, ODN II, Norbe VI, Norbe VIII e Norbe IX, todas com contratos ativos. Sua carteira também inclui a gestão de dois ativos de perfuração de terceiros (Hunter Queen e Polvo-A). A empresa possui certificação internacional de qualidade e eficiência APIQ2 para toda frota e detém o maior índice de uptime operacional do mercado.

Atua em águas profundas e ultraprofundas para a indústria de Óleo e Gás upstream offshore no Brasil. Entre seus principais valores estão a alta performance operacional alcançada com respeito à segurança dos integrantes e meio ambiente, bem como parceria e confiança dos clientes. A companhia respeita os princípios de ESG e segue as mais rigorosas práticas ambientais, sociais e de governança. Mais informações no site.

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Galp inaugura centro de pesquisa no Brasil e consolida novo polo de inovação e descarbonização na UFRJ

A Galp, quinta maior produtora de petróleo e gás do Brasil, acaba de inaugurar, em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o Id.Lab, um novo centro de pesquisa e tecnologia que representa um investimento R$ 100 milhões e tem o objetivo de se consolidar como um polo de inovação e descarbonização a partir de projetos que atendam às necessidades das operações da companhia.

Aura Estudio

Localizado no Centro de Tecnologia e Pesquisa instalado no LIPCAT – a escola de química da UFRJ na Ilha do Fundão, na capital carioca – o novo centro representa um passo histórico para a Galp. Pela primeira vez, a companhia passa a contar com um centro tecnológico próprio, de grande escala no Brasil, capaz de testar soluções de forma integrada, com infraestrutura dedicada, equipamentos próprios e equipes especializadas. O laboratório desenvolverá projetos que englobam do upstream ao refino, visando otimizar a produção e desbloquear ativos offshore, incluindo a descarbonização de todas as operações industriais e abrangendo a produção de combustíveis de baixo carbono.

O projeto reforça o Brasil como um dos eixos estratégicos de inovação da empresa. Além disso, amplia a sua capacidade de responder às demandas crescentes do mercado energético, que busca a inovação constante para driblar os naturais desafios tecnológicos e de engenharia complexa para o desenvolvimento dos projetos offshore. Em 2006, por exemplo, quando as primeiras reservas do pré-sal foram descobertas a cerca de dois mil metros de profundidade, não havia à época tecnologia para a sua extração. O desenvolvimento dessa nova região, agora uma das mais produtivas do mundo, avançou lado a lado com o desenvolvimento de novas soluções tecnológicas, muitas delas desenvolvidas por meio de programas com universidades e parceiros tecnológicos.

Nova fase do laboratório reúne seis projetos, infraestrutura robusta e consolida integração com a rede global Id.Lab

O LIPCAT já atuava como parceiro científico da Galp em projetos de P&D. Instalado em um novo endereço no Parque Tecnológico da UFRJ, o espaço agora reúne infraestrutura ampliada, governança integrada à rede global de inovação e um time de cerca de 70 pesquisadores, engenheiros e especialistas dedicados a projetos financiados pela companhia. O laboratório também passa a integrar a rede Id.Lab – Laboratório para a Inovação e Descarbonização by Galp, que opera uma unidade-irmã na refinaria de Sines, Portugal.

Aura Estudio

O centro arranca com seis projetos em execução, com destaque para co-processamento em unidades de refinação; captura direta de CO para produção de combustíveis sintéticos; e desenvolvimento de rotas para combustíveis sustentáveis de aviação (SAF). A agenda inclui ainda tecnologias de gestão e separação de CO em ativos de upstream, essenciais para destravar reservas que ainda não entraram em produção e manter a Petrogal Brasil (JV Galp | Sinopec) com um dos portfólios de menor intensidade carbônica da indústria.

Em 2026, entram no radar frentes adicionais como o pré-tratamento e co-processamento de matérias-primas biogênicas, fundamentais para ampliar a produção de combustíveis de baixo carbono de maior valor agregado; a expansão das rotas de biocombustíveis; e um programa integrado voltado ao desbloqueio de reservas, desenvolvido em colaboração com parceiros de consórcio.

A infraestrutura do Id.Lab no Brasil cobre uma área de 5 mil m², distribuída entre laboratórios especializados, áreas de microscopia eletrônica de alta resolução, impressoras 3D para prototipagem, reatores catalíticos para captura e uso de CO e hidrogênio, espectrômetros de massa e plantas-piloto completas de hidrotratamento e Craqueamento Catalítico Fluido (FCC). Além da complexidade tecnológica, a escala dos projetos faz com que o impacto econômico de qualquer inovação tecnológica seja material e significativo, proporcionando fortes incentivos para investimento em pesquisa e desenvolvimento.

Colaboração com a UFRJ gera eficiência e soluções de baixo carbono

A parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro, construída ao longo de mais de uma década, já entregou resultados expressivos. No upstream, foram desenvolvidas ferramentas de inspeção e integridade aplicadas a ativos do pré-sal e soluções como o RovScan, criado por uma spin-off da universidade e hoje em fase avançada de industrialização. No refino, o projeto de combustíveis sintéticos produziu as primeiras gotas do produto em 2024, validando caminhos tecnológicos para decisões futuras da companhia. Outro destaque é o Projeto Fênix, que utiliza oxigênio proveniente da eletrólise para otimizar a combustão em unidades FCC e reduzir emissões. A Galp prevê implementá-lo após a entrada em operação de seu eletrolisador de 100 MW, em Sines, em 2026.

O professor João Monnerat, responsável científico pelo Id.Lab, destaca a maturidade dessa colaboração. “Aqui desenvolvemos tecnologias que impulsionam diretamente os negócios atuais, do upstream ao refino, e abrimos caminhos para novos vetores energéticos, como hidrogênio verde e combustíveis sustentáveis de aviação. O laboratório nos permite ir da bancada ao piloto, sempre com foco em eficiência e redução de emissões”, afirma.

Para Marco Ferraz, Head of Upstream and Industrial Innovation Center da Galp e responsável pelo Id.Lab, o novo polo brasileiro eleva o patamar da companhia. “O desenvolvimento tecnológico feito no Brasil é estratégico não só para o país, mas para toda a indústria energética. O Id.Lab nasce para acelerar essa entrega. Estamos focados em soluções que têm aplicação direta nos ativos onde a Galp atua, do desbloqueio de reservas à redução de custos e emissões. Muitos ativos considerados inviáveis tornam-se viáveis quando existe tecnologia validada e escalável. O laboratório brasileiro reforça exatamente essa capacidade. E, com Sines, criamos um fluxo de transferência tecnológica que permite que essas soluções sejam aplicadas e até licenciadas para outras empresas. É uma plataforma que amplia valor para a Galp, para os consórcios e para o setor como um todo.”

A diretora de inovação da Galp, Ana Casaca, reforça o papel da inovação na mudança da indústria. “A força do Id.Lab está na capacidade de transformar pesquisa em soluções aplicáveis, rápido o suficiente para acompanhar a velocidade com que o setor de energia está mudando. Ao aproximar a Galp da UFRJ e das equipas de Sines, criamos um ecossistema onde conhecimento acadêmico, exigência industrial e visão de futuro se encontram. Esse laboratório amplia nossa capacidade de testar rotas de baixo carbono, formar talentos e desenvolver tecnologias que vão sustentar a competitividade da empresa na próxima década.”

A nova estrutura da empresa consolida um modelo de innovation hub em colaboração estreita com parceiros acadêmicos e industriais. As metas para os próximos anos do LIPCAT | Id.Lab incluem mais de 20 publicações científicas por ano, cinco novas patentes anuais, projetos de descarbonização alinhados aos objetivos globais da Galp e ampliação das rotas tecnológicas para combustíveis sustentáveis. No médio prazo, o laboratório se tornará plataforma de transferência de tecnologia, com potencial de licenciamento para outras empresas do setor.

O movimento aprofunda a presença da Galp na academia brasileira e reforça seu compromisso de investir em ciência para construir a energia do futuro.

Sobre a Galp no Brasil  

Presente no país há mais de 25 anos, a Galp é uma empresa integrada de energia, atuando em Upstream (Petrogal Brasil, JV Galp|Sinopec), Gás Natural, Comercialização de Energia, Crude, Gás Natural e Derivativos, assim como Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação.

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PPSA arrecada cerca de R$ 8,8 bilhões com a alienação da participação da União das jazidas compartilhadas de Mero e Atapu

Petrobras e Shell, em consórcio, foram as vencedoras do leilão.

A Petrobras e a Shell foram as vencedoras do Leilão de Áreas Não Contratadas, pela PPSA (Pré-Sal Petróleo) na B3. Em consórcio, as empresas arremataram a participação da União nas áreas não contratadas nas Jazidas Compartilhadas de Mero e Atapu, localizadas no polígono do pré-sal, na Bacia de Santos pelo valor global aproximado de R$ 8,8 bilhões.

As empresas ofereceram R$ 7,791 bilhões pela participação de 3,5% da União em Mero, um ágio de 1,90% em relação ao valor mínimo do edital. A participação da União em Atapu, de 0,95%, foi arrematada por R$ 1 bilhão, com ágio de 16% em relação ao valor do mínimo edital. O lote de Tupi não foi arrematado.

Hoje é um dia muito feliz para a PPSA e para o Brasil. Devemos fechar o ano de 2025 com uma receita total para a União da ordem de R$ 30 bilhões (receita essa que é superior à soma de toda receita da PPSA da sua criação até o ano passado). O grande sucesso obtido no leilão de hoje, além de contribuir para esse resultado, é o coroamento do trabalho sério realizado por toda a equipe da PPSA, mais uma vez. Dez empresas acessaram nosso Data Room e sete se credenciaram para o processo, demonstrando interesse no leilão. O resultado exitoso demonstra que precificamos de forma justa estas áreas”, disse Luis Fernando Paroli, Diretor-Presidente da PPSA. Paroli destacou ainda que o fato de Tupi não ter sido arrematado não trará perdas à União, visto que a PPSA continuará comercializando a parcela de produção da União na jazida.

Renato Dutra, Secretário de Petróleo e Gás Natural do Ministério de Minas e Energia, destacou a inovação que o desenho deste leilão representou para o país, permitindo à União monetizar a sua participação, contribuindo com o esforço de consolidação fiscal por meio de um modelo que garantiu a realização de um processo técnico e competitivo. “Este leilão garante a oferta de áreas de baixo risco exploratório e inaugura um modelo que será aprimorado daqui para frente”, complementou.

O Diretor Geral da ANP, Artur Watt, também comemorou o resultado do leilão e lembrou que o Earn Out previsto no edital, como pagamento complementar, propiciará à União exposição a futuras variações positivas no preço de petróleo e aumento de participação nas jazidas compartilhadas. Os representantes da Petrobras e da Shell ressaltaram que a aquisição está em linha com a estratégia das empresas de aumento de produção e reposição de reservas para os próximos anos.

Na B3, temos muito orgulho em contribuir para o avanço da agenda de infraestrutura no Brasil, oferecendo um serviço que conecta projetos de qualidade ao mercado. Reforçamos nosso agradecimento pela confiança e parceria da Pré-Sal Petróleo S.A e da União, que tornam possível iniciativas tão relevantes para o desenvolvimento do país”, disse Rogério Santana, diretor de Relacionamento com Clientes e Governança em Licitações da B3.

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Maersk realiza novo teste de combustível com 50% etanol na embarcação Laura Maersk

Após projeto-piloto inédito bem-sucedido com 10% de etanol, a companhia iniciou nova fase de testes em 8 de dezembro. O etanol oferece um caminho de combustível escalável e com emissões mais baixas para a descarbonização.

A Maersk continua explorando opções para diversificar seu portfólio de caminhos possíveis para a descarbonização nos mares, via combustíveis de baixa emissão, e segue para a segunda fase do projeto-piloto que testa etanol em um motor bicombustível a metanol. Com base no teste inicial bem-sucedido, realizado em outubro e novembro de 2025, que envolveu a mistura de 10% etanol/ 90% e-metanol, a empresa agora realiza uma nova etapa, com uma mistura de 50% etanol e 50% metanol a bordo do navio Laura Mærsk.

O primeiro teste confirmou que o etanol pode ser integrado com segurança e eficácia à mistura de combustível e reforça o potencial de criar maior flexibilidade para a frota movida a bicombustível a metanol da Maersk, essencialmente permitindo embarcações movidas a álcool bicombustível.

“Na Maersk, acreditamos que múltiplos caminhos de combustível são essenciais para que a indústria marítima atinja suas metas climáticas. Isso significa explorar conscientemente diferentes opções e tecnologias”, afirma Emma Mazhari, Head de Mercados de Energia da Maersk.

Laura Mærsk é o primeiro navio porta-contêineres bicombustível do mundo operando com metanol, foi projetado para usar metanol como combustível alternativo. Como etanol e metanol são ambos álcoois, eles compartilham propriedades semelhantes. O teste inicial verificou se uma mistura E10 acenderia e desempenharia de forma tão eficiente quanto o metanol puro, mantendo lubrificação e corrosividade comparáveis.

Os resultados confirmam que o etanol pode ser misturado ao metanol sem comprometer o desempenho do motor, abrindo caminho para misturas com maior teor de etanol. Além do próximo teste com E50, a Maersk planeja realizar um teste usando 100% etanol.

“O etanol tem um histórico comprovado, com mercado estabelecido e infraestrutura existente, oferecendo um caminho adicional para a descarbonização. Ao aumentar gradualmente o teor de etanol, obtemos insights valiosos sobre desempenho do motor e impactos na combustão, informando o potencial de fornecimento de combustível”, acrescenta Emma Mazhari.

Sobre o etanol:

  • O etanol aplicado nos testes é o chamado etanol anidro, o mesmo tipo atualmente usado para mistura na gasolina em diversos países.
  • Os EUA são o maior produtor de etanol do mundo, seguidos pelo Brasil. Juntos, representam 80% do mercado global.
  • A colaboração com partes interessadas e parceiros, como fabricantes de motores, é fundamental para apoiar a exploração do etanol como combustível para embarcações bicombustíveis.
  • Como já existe um mercado forte para etanol, ele oferece flexibilidade para atingir as metas climáticas da Maersk.
  • O etanol é produzido a partir de biomassa, como milho ou cana-de-açúcar.
  • É importante garantir que o tipo específico de etanol usado não contribua direta ou indiretamente para conversão de terras e desmatamento, nem concorra com alimentos e rações.
  • A Maersk está avaliando o papel potencial da seleção de combustíveis de primeira geração, à base de culturas, como o etanol, em nossa matriz de combustíveis de transição. Essa análise está sendo conduzida sob critérios robustos de sustentabilidade, cobrindo emissões de gases de efeito estufa ao longo do ciclo de vida, rastreabilidade, padrões de certificação e práticas de fornecimento responsável.
  • Para preparar sua frota para o futuro, a Maersk decidiu, em 2021, encomendar exclusivamente embarcações com capacidade bicombustível. Até 2025, 19 navios bicombustíveis estarão operando na frota Maersk. O portfólio atual de combustíveis de baixa emissão inclui bio e e-metano, biodiesel e, a partir de 2027, biometano liquefeito e GNL como alternativa fóssil, que será adicionado com a chegada de navios bicombustíveis a GNL afretados por tempo.

Sobre a Maersk:

A.P. Moller – Maersk é uma empresa de logística integrada que trabalha para conectar e simplificar as cadeias de suprimentos de seus clientes. Como líder global em serviços logísticos, a companhia atua em mais de 130 países e emprega cerca de 100.000 pessoas. A Maersk tem como objetivo alcançar emissões líquidas zero de GEE até 2040 em todas as suas operações, por meio de novas tecnologias, novos navios e combustíveis com redução de emissões de GEE*.

*A Maersk define “combustíveis com redução de emissões de GEE” como aqueles que alcançam pelo menos 65% de redução de emissões de GEE em todo o seu ciclo de vida, em comparação com combustíveis fósseis de 94 g CO₂e/MJ.

The 4th edition of Latin America’s largest event was dedicated to floating oil and gas production, storage, and offloading platforms (FPSOs).

Don’t miss the opportunity to participate!

FPSO EXPO BRAZIL: Global Epicenter of FPSOs – Exhibition and Conference on floating production platforms

Date: May 19, 20, and 21, 2026.
Conference: 10:00 AM to 6:00 PM
Exhibition: 12:00 PM to 8:00 PM (Free admission for all industry professionals)
Location: ExpoRio Cidade Nova, Rio de Janeiro, Brazil (Antigo Expo Mag)
Visit the event website: https://fpsosexpor.com.br/

Nanossatélite da Mauá conclui todas as missões de detecção de manchas de óleo no mar

Projeto acadêmico integra eletrônica, inteligência artificial e telecomunicações para identificar desastres ambientais e mapear embarcações em tempo real.

Estudantes do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT) desenvolveram um nanossatélite funcional, projetado para detectar manchas de óleo no oceano, identificar embarcações próximas e contribuir com a identificação dos possíveis agentes poluidores.

O projeto coordenado pelo professor Fernando Martins, da Divisão de Eletrônica e Telecomunicações, contou com a presença de três alunos, um de Engenharia Eletrônica e dois de Ciência da Computação, que atuaram em todas as etapas técnicas, da modelagem do equipamento aos sistemas embarcados.

O satélite foi concebido com o objetivo de monitorar eventos ambientais críticos. Para isso, utiliza câmera de imagem, algoritmos de detecção e processamento embarcado que permitem identificar, em tempo quase real, tanto a presença de óleo no mar quanto os navios que estariam relacionados ao vazamento. “Nosso proposito é fornecer uma solução tecnológica criada por estudantes para apoiar a sociedade na identificação de eventos de poluição marítima e seus responsáveis”, explica o professor Fernando Martins, gerente da Divisão de Eletrônica e Telecomunicações do Centro de Pesquisas do Instituto Mauá de Tecnologia.

“Estamos muito satisfeitos com o desempenho do nosso time. Trata-se de um projeto totalmente executado por estudantes, com alto rigor técnico, que mostra a capacidade da Mauá de integrar Engenharia, Computação e Telecomunicações em soluções reais. Desempenhamos competências em IA, Eletrônica e softwares embarcados, bem como a integração com a estrutura mecânica e com a estação rádio base do Smart Campus Mauá,” destaca Martins.

O projeto passou por missões rigorosas que simulam cenários reais de operação espacial como os testes de vibração (simulando o lançamento no foguete) e ciclo térmico (simulando as condições de temperatura em órbita). O desempenho do nanossatélite foi apresentado em um evento chamado CubeDesign, evento latino-americano de pequenos satélites sediado no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos.

Das 22 equipes inscritas, 11 foram selecionadas para os testes finais e apenas sete conseguiram concluir as missões propostas. A Mauá completou todas as missões, superando desafios como comunicação remota, análises de detecção e controle do sistema recebendo o Prêmio Readiness, equipe que terminou primeiro todas as missões e sempre esteve pontual nos testes. Engenharia, método e disciplina foram os pontos fortes.

Sobre o Instituto Mauá de Tecnologia – IMT

O Instituto Mauá de Tecnologia (IMT) é uma instituição privada com mais de 60 anos e que atua com espírito público, comprometida com a excelência em pesquisa e ensino, contribuindo para o desenvolvimento do Brasil. Com campi em São Caetano do Sul e São Paulo, oferece 16 cursos de graduação em três áreas do conhecimento, apoiados por mais de 130 laboratórios de alta tecnologia. Na pós-graduação, capacita profissionais em Engenharia, Tecnologia e Gestão, utilizando a mesma infraestrutura avançada.

A interação com o mercado e a indústria, por meio de pesquisas e prestação de serviços, contribui para a formação profissional de cerca de 3.000 alunos de graduação e pós-graduação. Seu corpo docente é composto por 65% de doutores e 35% de mestres.

O IMT é reconhecido como a melhor instituição particular de Engenharia do Brasil e está entre as Top 5 entre todas as instituições de Engenharia do País, em avaliações nacionais realizadas pelo ENADE (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes) e CPC (Conceito Preliminar de Curso). Com acreditações e parcerias internacionais, o IMT já formou mais de 22 mil profissionais que se destacam no mercado, empreendem e ocupam posições de liderança em diversas áreas.

The 4th edition of Latin America’s largest event was dedicated to floating oil and gas production, storage, and offloading platforms (FPSOs).

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FPSO EXPO BRAZIL: Global Epicenter of FPSOs – Exhibition and Conference on floating production platforms

Date: May 19, 20, and 21, 2026.
Conference: 10:00 AM to 6:00 PM
Exhibition: 12:00 PM to 8:00 PM (Free admission for all industry professionals)
Location: ExpoRio Cidade Nova, Rio de Janeiro, Brazil (Antigo Expo Mag)
Visit the event website: https://fpsosexpor.com.br/

Edição de Novembro no ar!

Prezado (a) leitor (a),

A edição de Novembro, já está disponível.

Clique aqui e acesse a edição completa. Lembrando que não precisa de login/senha, acesso rápido e sem burocracia. (Compartilhem)

Baixe o PDF da edição:(Revista digital Oil & Gas Brasil)

  • MATÉRIA DE CAPA: Petrobras aposta no crescimento com disciplina em um mercado instável por Fabiano Reis;
  • ENTREVISTA EXCLUSIVA: Brasil é ‘motor’ da Cladtek” – Daniel Werneck, Sales Director para as Américas da Cladtek por Julia Vaz e Fabiano Rei;
  • ARTIGO I: O papel da licitação nos contratos de concessão da indústria petrolífera por Guilherme Schmidt, Theo de Miranda e Bernardo Abreu;
  • ARTIGO II: Quando a manutenção vira ativo: o ROI da prevenção por Maria Gabriela de Moraes, Diretora Comercial da Private Log;
  • Projetos premiados priorizam segurança operacional e ambiental;
  • Refinaria no Porto de Suape – PE recebe investimentos de R$ 8,6 bilhões para obras de expansão
  • O Bacalhau do Brasil é o maior
  • TGS inicia pesquisa na Bacia de Pelotas
  • Estatal destina mais de R$ 29 milhões a projetos socioambientais na região da RPBC
  • Seatrium reduziu sua frota em uma transação de desinvestimento de embarcações não essenciais no valor de US$ 59,7 milhões
  • Porto do Açu e Van Oord anunciam primeira dragagem com biocombustível
  • Seatrium contrata Sulzer
  • Petrobras posterga prazo de recebimento de propostas para o FPSO do projeto de revitalização de Albacora
  • Petrobras avança na ampliação da capacidade da RNEST, em cerimônia com Lula e Magda Chambriard
  • Setor de navegação ganha diagnóstico inédito sobre seguros em Terminais Portuários Autorizados
  • PXGEO conquista dois contratos com a Petrobras para aquisição sísmica
  • Petrobras informa sobre aprovação de redeterminação da Jazida Compartilhada de Tupi
  • Camorim receberá R$30 milhões do Fundo da Marinha Mercante
  • Petrobras realiza mais uma descoberta de petróleo na Bacia de Campos
  • Petrobras abastece navios da Transpetro com bunker com conteúdo renovável
  • Petrobras aprova pagamento de R$ 12,16 bilhões em dividendos
  • Fusão entre MODEC e SOFEC dá origem a uma unidade de negócios de soluções integradas de amarração
  • Plataforma da Petrobras, P-79, deixa estaleiro sul coreano rumo ao Brasil
  • Transocean permanecerá por mais tempo na América do Sul e na Europa
  • Carri Lockhart assume o comando da Karoon
  • Petrobras e Amazônica Energy firmam primeiro contrato para comercialização de GNL em pequena escala a partir do Polo Urucu
  • FPSO da MODEC destinada ao Brasil contará com compressores noruegueses
  • Petrobras prorroga contratos para três PLSVs da DOF e da TechnipFMC
  • ABS lança gêmeo digital para aprimorar a segurança, reduzir o tempo de inatividade e prolongar a vida útil de FPSOs, FLNGs e FSRUs

 

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