DOF ganha novo contrato e extensão com a Petrobras

A subsidiária brasileira da DOF ASA, Norskan Offshore, garantiu um novo contrato de longo prazo e uma prorrogação para dois de seus navios AHTS com a Petrobras.

A DOF anunciou que seu navio Anchor Handling Tug Supply (AHTS), Skandi Botafogo com 180 t bollard pull (BP), recebeu um novo contrato de três anos com a Petrobras com início programado de operações no quarto trimestre de 2021 .

A embarcação foi construída em 2006 por Vard Niterói no Brasil. A empresa afirmou ainda que o contrato prevê uma extensão de 500 dias opcionais a ser acordada mutuamente com a Petrobras.

A Petrobras também concordou em uma extensão de um ano do contrato existente para o navio Skandi Amazonas (AHTS 21.000) com a Norskan. Isso significa que o contrato foi prorrogado até setembro de 2022.

“Estou muito feliz em anunciar essas concessões de contratos que mais uma vez confirmam a forte posição do Grupo DOF no Brasil. Com os contratos acima, a entrada total de pedidos no Brasil representa um valor de aprox. NOK 2,15 bilhões até agora no 3 [o] trimestre ”, afirmou Mons S. Aase , CEO da DOF.


Fonte: Grupo DOF

No início deste ano, o proprietário da embarcação informou que uma extensão do contrato de um ano foi acordada com a Petrobras para outra embarcação com um veículo operado remotamente (ROV). Tratava-se do navio AHTS Skandi Paraty da Norskan, com contrato estendido até julho de 2022.

Petrobras e DOF trabalharam juntos várias vezes no passado. Em notícias relacionadas no ano passado, a Petrobras concordou com a DOF em nomear os navios Skandi Urca e Skandi Fluminense AHTS para apoiar as atividades de exploração e produção na plataforma continental brasileira, e contratou o Skandi Rio para o mesmo trabalho alguns meses depois.

Vale ressaltar também que os contratos da DOF Subsea assinados em maio deste ano permitem à empresa apoiar pesquisas sísmicas de nós de fundo oceânico (OBN) nos campos da Petrobras de Tupi, Iracema e Jubarte offshore no Brasil.

Petrobras cria ambiente sobre a abertura do mercado de gás natural em seu site

A Petrobras lançou um novo ambiente com seção específica sobre o mercado de gás natural em seu site corporativo. Com o objetivo de promover a transparência e facilitar o acesso a informações sobre o tema, o site consolida conteúdos sobre as ações empreendidas pela companhia no âmbito da abertura do mercado de gás brasileiro, incluindo o andamento dos compromissos firmados com o Conselho de Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que a Petrobras vem cumprindo integralmente.

Entre os compromissos cumpridos destacamos:

– Realizamos o signing e closing da TAG e da NTS tendo concluído o desinvestimento integral dessas empresas.
– Publicamos o teaser da Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil S.A (TBG).
– Declinamos da exclusividade sobre os contratos de transporte.
– Publicamos o teaser e realizamos o signing da Petrobras Gás S.A. (Gaspetro).
– Realizamos o processo competitivo para arrendamento do Terminal de Regaseificação da Baía de Todos os Santos, na Bahia.
– Publicamos site específico para oferta de capacidade de processamento;

O ambiente dedicado a divulgar as ações empreendidas pela Petrobras, no âmbito da abertura do mercado de gás natural, será atualizado periodicamente e reforça a posição da companhia de permanecer no mercado de gás natural, porém focada em ativos mais aderentes à sua estratégia e disponibilizando aos clientes e ao mercado novos produtos e serviços.”

Acesse: https://petrobras.com.br/pt/nossas-atividades/areas-de-atuacao/gas-natural/

ANP inicia consulta pública sobre possibilidade de empresas estrangeiras sugerirem áreas para inclusão em rodadas

A ANP deu início a consulta pública de 45 dias sobre alteração na Resolução ANP nº 837/2021, que regulamenta a nominação de áreas por pessoas jurídicas da indústria de petróleo e gás natural. A audiência pública sobre o tema será realizada em 8/11/2021.

Com o processo de nominação, as empresas podem sugerir áreas de exploração e produção de petróleo e gás de seu interesse, para estudo da ANP, a fim de incluí-las futuramente em uma rodada de licitação ou na Oferta Permanente.

Na forma atual da resolução, apenas empresas constituídas sob leis brasileiras podem realizar esse procedimento. A proposta da ANP é que essa regra seja alterada para incluir a possibilidade de nominação por pessoas jurídicas constituídas sob leis estrangeiras.

Com essa possibilidade, a ANP busca uma maior pluralidade na participação dos atores da indústria de petróleo e gás natural, uma vez que estimulará a sugestão de áreas a serem estudadas pela ANP.

A revisão não altera a necessidade de que, para se inscreverem em rodadas de licitações ou na Oferta Permanente, as empresas sejam constituídas sob leis brasileiras. Ou seja, mesmo que as áreas indicadas por empresas estrangeiras venham compor uma futura rodada, esses agentes precisarão se adaptar a essa norma para se inscreverem no certame.

A minuta de resolução, mais informações e procedimentos para participação estão disponíveis na página da Consulta e Audiência Públicas nº 14/2021.

Projeto de Monitoramento de Praias reforça atuação para início da temporada de peixes-bois no Nordeste

Atualmente, 25 animais estão em reabilitação no PMP-BP, executado pela Petrobras no litoral do Ceará e Rio Grande do Norte

De setembro a março é comum avistar peixes-bois marinhos nas praias do litoral do Ceará e Rio Grande do Norte. O Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia Potiguar (PMP-BP), estruturado e executado pela Petrobras, trabalha no resgate e reabilitação destes animais e alerta para a importância da conscientização da população local para a preservação desta espécie, uma das mais ameaçadas de extinção do Brasil.

Muitos são encontrados machucados ou mortos, afetados por lixo, apetrechos de pesca e outras interferências das ações humanas. Atualmente, 25 peixes-bois estão em reabilitação nas bases do PMP-BP. Após a reabilitação e readaptação em cativeiro de aclimatação, esses animais serão soltos para o seu ambiente natural. Antes da soltura, os peixes-bois recebem um número de identificação e um equipamento que permite localizá-los. “Este rastreador muitas vezes chama a atenção da população e dos pescadores que em alguns momentos podem tentar retirá-lo do animal. Por isso, estamos realizando um trabalho educativo com as comunidades locais para explicar a funcionalidade e importância deste rastreador, para acompanharmos a adaptação, saúde e desenvolvimento do animal”, explica Vitor Luz, coordenador geral do PMP no Ceará e veterinário da Aquasis.

No início de agosto, o Projeto realizou a translocação de dois peixes-bois para o cativeiro de aclimatação, um tanque-rede acoplado numa plataforma flutuante, localizado na Praia de Peroba, no município de Icapuí, no litoral do Ceará. Durante aproximadamente seis meses os animais permanecerão neste espaço, construído a cerca de 300 metros da costa para que os animais possam se adaptar ao ambiente natural, antes do retorno definitivo para natureza.

Estruturados e executados pela Petrobras para o atendimento de condicionante do licenciamento ambiental federal, os PMPs constituem o maior programa de monitoramento de praias do mundo. Para a execução e eficiência deste projeto, a Petrobras trabalha em parceria com diversas instituições científicas e organizações não governamentais. Na Bacia Potiguar o trabalho é realizado em conjunto com o Projeto Cetáceos da Costa Branca da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (PCCB-UERN) e com a Associação de Pesquisa e Preservação de Ecossistemas Aquáticos (Aquasis).

As equipes do Projeto de Monitoramento de Praias atuam diariamente e todos os animais marinhos encontrados debilitados ou mortos são avaliados e, quando necessário, são encaminhados para o atendimento veterinário nos Centros de Reabilitação.

O monitoramento é fiscalizado pelo IBAMA e compreende o registro, resgate, necropsia, reabilitação e soltura de mamíferos, tartarugas e aves marinhas, contribuindo para a gestão de políticas públicas para a conservação da biodiversidade marinha.

A sociedade também pode participar, acionando imediatamente as equipes ao avistar um animal marinho vivo ou morto, pelos telefones: PMP-RNCE (RN) – (84) 98843 4621 e 99943 0058/ PMP-RNCE (CE) – (85) 99800 0109 e 99188 2137.

Agenda ambiental

A Petrobras investe em projetos e ações para ampliar o conhecimento, conservação e recuperação da biodiversidade. A agenda ambiental é considerada para as decisões de negócio da Petrobras, buscando melhoria de desempenho e conformidade ambiental de suas operações.

Pré-Sal Petróleo vai leiloar mais de 55 milhões de barris de petróleo da União

Leilão será realizado na B3 e comercializará a parcela de petróleo da União dos campos de Búzios, Sapinhoá e Tupi e da Área de Desenvolvimento de Mero até 2026

A Pré-Sal Petróleo vai realizar no dia 26 de novembro na B3, em São Paulo, o 3º Leilão de Petróleo da União, com objetivo de comercializar uma quantidade estimada em mais de 55 milhões de barris de petróleo dos campos de Búzios, Sapinhoá e Tupi e da Área de Desenvolvimento de Mero. As cargas estarão disponíveis para embarque entre 2022 e 2026. O pré-edital do leilão (fase de Consulta Pública) foi disponibilizado nesta terça-feira (14) no site da empresa (https://www.presalpetroleo.gov.br/ppsa/leiloes-de-petroleo/3-leilao).

As cargas serão leiloadas em quatro lotes, um para cada campo produtor e em contratos de 24, 36 ou 60 meses dependendo do lote. A maior carga a ser comercializada é da Área de Desenvolvimento de Mero. O comprador poderá adquirir um lote de 43,4 milhões de barris em 36 meses ou de 19,8 milhões em 24 meses. Na sequência, estão os lotes do excedente da Cessão Onerosa de Búzios, de Tupi e Sapinhoá, que serão oferecidos em 60 e 36 meses. É importante frisar que os volumes são estimativas da futura parcela de petróleo da União nestes campos, que contemplam as incertezas inerentes ao processo. Isso significa que, ao arrematar um lote, o comprador terá disponível toda a carga nomeada no período, ainda que seja maior ou menor ao volume estipulado no edital.

O leilão será presencial e poderá ser realizado em até três etapas. Na primeira fase, serão oferecidos lotes de maior prazo para cada campo.Vencerá quem oferecer o maior ágio sobre o Preço de Referência (PR) fixado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP) para o respectivo petróleo. Caso algum lote não seja arrematado, será realizada uma nova etapa, com a reabertura do referido lote para contrato de menor prazo. Da mesma forma, vencerá quem ofertar o maior ágio sobre o PR. Se ainda assim não houver interessados, terá início a fase da Repescagem. O lote será reapresentado pelo menor prazo e o vencedor será aquele que oferecer a menor oferta de deságio em relação ao PR. A Pré-Sal Petróleo poderá aceitar ou não a oferta.

Poderão participar do leilão, de forma individual, empresas brasileiras produtoras e exportadoras de petróleo e membros de consórcio de contratos de exploração e produção de petróleo e gás natural no pré-salou empresas brasileiras de refino. Empresas de logística (brasileiras ou estrangeiras) só poderão participar em consórcio formado com empresas petroleiras ou de refino e liderado por empresa brasileira.

Dúvidas e manifestações ao edital deverão ser endereçadas para o e-mail leilao3@ppsa.gov.br até o próximo dia 28. A versão final do edital será divulgada no dia 26 de outubro.

Volumes Estimados para Venda

(*) Existe a necessidade de formação de cargas de 500 mil barris para carregamento. Assim, o volume de produção não corresponde ao volume contratual, tratando-se de um valor aproximado.No momento da assinatura do Contrato, haverá produção acumulada nos FPSOs, sendo mais relevante no caso de Tupi.

Cronograma:

Acesse o pré-edital: https://www.presalpetroleo.gov.br/ppsa/leiloes-de-petroleo/3-leilao

ANP inicia consulta pública sobre possibilidade de empresas estrangeiras sugerirem áreas para inclusão em rodadas

A ANP deu início a consulta pública de 45 dias sobre alteração na Resolução ANP nº 837/2021, que regulamenta a nominação de áreas por pessoas jurídicas da indústria de petróleo e gás natural. A audiência pública sobre o tema será realizada em 8/11/2021.

Com o processo de nominação, as empresas podem sugerir áreas de exploração e produção de petróleo e gás de seu interesse, para estudo da ANP, a fim de incluí-las futuramente em uma rodada de licitação ou na Oferta Permanente.

Na forma atual da resolução, apenas empresas constituídas sob leis brasileiras podem realizar esse procedimento. A proposta da ANP é que essa regra seja alterada para incluir a possibilidade de nominação por pessoas jurídicas constituídas sob leis estrangeiras.

Com essa possibilidade, a ANP busca uma maior pluralidade na participação dos atores da indústria de petróleo e gás natural, uma vez que estimulará a sugestão de áreas a serem estudadas pela ANP.

A revisão não altera a necessidade de que, para se inscreverem em rodadas de licitações ou na Oferta Permanente, as empresas sejam constituídas sob leis brasileiras. Ou seja, mesmo que as áreas indicadas por empresas estrangeiras venham compor uma futura rodada, esses agentes precisarão se adaptar a essa norma para se inscreverem no certame.

A minuta de resolução, mais informações e procedimentos para participação estão disponíveis na página da Consulta e Audiência Públicas nº 14/2021.

Parcela de petróleo da União alcança 10 milhões de barris

Volume é referente aos três contratos em regime de partilha de produção

A parcela de petróleo da União acumulada alcançou dez milhões de barris em julho de 2021, somando a produção de três contratos, em regime de partilha , desde novembro de 2017. De acordo com o Boletim Mensal dos Contratos de Partilha de Produção elaborado pela Pré-Sal Petróleo (PPSA), gestora dos contratos e divulgado na última segunda-feira (13), a maior contribuição foi da Área de Desenvolvimento de Mero, com aproximadamente 5,8 milhões de barris, seguida de Entorno de Sapinhoá (3,8 milhões) e Tartaruga Verde Sudoeste (500 mil barris).

Em julho de 2021, a produção média diária total dos três contratos foi de 38 mil barris por dia (bpd), puxada novamente pela Área de Desenvolvimento de Mero (25 mil bpd). Ainda assim, o resultado total foi 30% inferior ao de junho devido à parada programada de Mero para o encerramento do Sistema de Produção Antecipada-1 (SPA-1) e mudança de locação do FPSO Pioneiro de Libra para iniciar o SPA-2 durante o quarto trimestre do ano. A média diária do total do excedente em óleo da União em julho nos três contratos de partilha de produção foi de 9,3 mil bpd.

A produção média diária nos dois contratos com aproveitamento comercial do gás natural foi de 209 mil m³/dia, sendo 171 mil m³/dia no CPP do Entorno de Sapinhoá e 38 mil m³/dia no CPP do Sudoeste de Tartaruga Verde. Em comparação com o mês anterior, o volume de gás disponível apresentou queda de 24,6%. A média diária do total do excedente em gás natural foi de 120 mil m³/dia referente apenas ao contrato do Entorno de Sapinhoá.

Para acompanhar a produção mensal de cada campo de forma dinâmica, basta acessar o Painel Interativo Pré-Sal Petróleo. Elaborado em uma ferramenta de Business Inteligence, o painel consolida informações de produção dos campos e do excedente da União desde novembro de 2017. Também permite acompanhar as cargas comercializadas, a arrecadação gerada para a União e a projeção da produção e arrecadação até 2030.

Grupo CBO comprou a operadora de navios Finarge por US$ 94,4 milhões

A operadora de navios offshore CBO fechou a aquisição do compatriota Finarge Apoio Maritimo, assumindo cinco navios AHTS na transação.

Finarge é uma empresa de navegação brasileira fundada em 2008 como subsidiária da empresa italiana Finarge SRL, que foi fundada em 1981 pela italiana Rimorchiatori Riuniti SpA

A Finarge é proprietária de um navio de manuseio de âncoras (AHTS) de bandeira brasileira, enquanto quatro navios AHTS de bandeira estrangeira pertencem à italiana Finarge Armamento Genovese SRL, portanto, a CBO já adquiriu cinco navios do tipo AHTS no total, conforme acordado em 11 Agosto de 2021 .

O pagamento total chega a US $ 94,4 milhões. Conforme descrito no acordo de investimento firmado entre CBO e Finarge SRL, o pagamento foi dividido em três partes. A primeira parte inclui um pagamento à vista, sendo que uma parte foi paga até 13 de setembro de 2021 e o restante vence nos próximos 24 meses. A segunda parte envolve a assunção da dívida existente na Finarge Apoio Marítimo.

Para cumprir a terceira parte, a CBO aprovou o aumento de seu capital com a emissão de 7.762.856 novas ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal para permitir que a Finarge SRL se torne acionista. As novas ações representam 5,60 por cento do capital social da empresa, que será subscrito e integralizado pela Finarge SRL.

A CBO vai agora adicionar mais cinco navios AHTS à sua frota, incluindo o navio AH Giorgio P., que é um terminal marítimo do tipo AHTS de bandeira brasileira, e quatro navios AHTS de bandeira estrangeira. Estes são AH Valletta e AH Varazze, ambos do tipo AHTS 19.000 break horse power (BHP), AH Liguria com AHTS 16.000 BHP e AH Camogli, que é do tipo AHTS TO.

Quatro dessas embarcações já têm contratos firmados com a Petrobras, que variam de dois a quatro anos, que representam uma carteira de receita bruta de aproximadamente US $ 126 milhões. As embarcações contratadas são AH Giorgio P., AH Varazze, AH Liguria e AH Camogli, enquanto a AH Valletta ainda não tem contrato, embora já esteja no Brasil e com plena capacidade de operação, segundo a empresa.

A CBO também incorporará a equipe da Finarge, além de seus ativos, ao assumir suas operações no Brasil. Isso significa que a CBO agora tem mais de 1.450 funcionários entre o pessoal marítimo e administrativo.

A CBO afirma que esta aquisição lhe permitirá “consolidar-se como uma das principais operadoras de AHTS no mercado brasileiro de apoio marítimo offshore, destacando a sua capacidade de se adaptar às exigências estabelecidas pelos seus clientes, como é o caso da AHTS TO, cuja operação foca no apoio aos FPSOs no manuseio e manutenção de mangueiras, o que ganhou relevância nas licitações da Petrobras neste ano ”.

Dada a disponibilidade de tonelagem CBO, esta transação permitirá que todas as embarcações estrangeiras da Finarge SRL recebam o Registro Especial Brasileiro (REB), conforme previsto pela legislação brasileira.

Vale destacar que no ano passado, em novembro, com o objetivo de melhorar o consumo de energia de sua embarcação e reduzir sua pegada de carbono, a CBO firmou acordo com o grupo Wärtsilä para converter a embarcação CBO Flamengo para operar com propulsão híbrida, tornando-se a primeira embarcação da América Latina para ser equipado com uma bateria compatível com a notação de classe ‘Energia da bateria’ da DNV-GL.

Equinor celebra 20 anos de atuação no Brasil

A Equinor, empresa global de energia com sede na Noruega e presença em cerca de 30 países, completa em 2021 duas décadas de atuação no Brasil. Este ano marca também anúncios importantes da companhia no país: a decisão final de investimento para o campo de Bacalhau, na Bacia de Santos, que será o maior projeto do pré-sal brasileiro operado por uma empresa internacional, e a definição do conceito de desenvolvimento do campo BM-C-33, na Bacia de Campos, além de projetos em andamento em energia solar e eólica offshore. Em 20 anos de atuação em território brasileiro, a Equinor já investiu mais de US$ 11 bilhões no Brasil e espera investir mais US$ 15 bilhões até 2030.

“Estamos muito felizes em celebrar este marco da Equinor no Brasil. Nossos projetos em óleo e gás contribuem há anos para o desenvolvimento do Brasil e, além disso, estamos investindo também em energias renováveis, auxiliando a diversificação da matriz energética brasileira”, afirma Veronica Coelho, Presidente da Equinor no Brasil. “Nosso primeiro projeto em energia solar globalmente fica aqui no Brasil, no Ceará, e queremos seguir desenvolvendo oportunidades de fontes de energia cada vez mais sustentáveis. Temos Memorandos de Entendimento assinados com parceiros para desenvolver ainda mais a fonte solar e também contamos com um projeto em estudo de eólica offshore na costa brasileira”, completa.

A história da Equinor no Brasil começou com o desafio de produzir no campo de Peregrino, na Bacia de Campos. Dadas as características do óleo do reservatório de Peregrino, muito pesado e viscoso, muitos consideravam que seria um campo impossível de ser desenvolvido. Mas desde 2011, a Equinor já produziu, de forma segura, mais de 210 milhões de barris. Com a fase 2 de Peregrino, prevista para 2022 e que contará com uma terceira plataforma, serão adicionados cerca de 300 milhões de barris de petróleo à produção do campo, além de mais empregos gerados e incremento à economia local.

A Equinor também atua, junto com a Petrobras, no campo de Roncador, na Bacia de Campos. Neste ativo, a expertise da Equinor no uso da tecnologia IOR (Improved Oil Recovery) tem contribuído para o aumento da longevidade do campo. A ambição é aumentar o fator de recuperação de Roncador de forma a produzir cerca de 1 bilhão de barris a mais no campo.

Desde que iniciou sua operação no país, cerca de R$ 3 bilhões em royalties foram pagos por meio dos projetos de Peregrino e Roncador e, hoje, já são mais de mil profissionais, entre funcionários e contratados. A empresa segue ampliando sua presença no país, desenvolvendo tecnologias e contribuindo para o crescimento da economia local. A companhia continua em busca de oportunidades com valor competitivo, que contribuam para um portfólio robusto e de baixo carbono.

Foco na redução de emissões

A Equinor estabeleceu globalmente a ambição de se tornar uma empresa de energia com zero emissão líquida até 2050 e anunciou o objetivo de aumentar a participação do investimento bruto em energias renováveis e soluções de baixo carbono para mais de 50% até 2030. Atualmente, a Equinor é a companhia que produz petróleo com as emissões mais baixas no mundo, na ordem de 9 quilos por barril em produção operada. Até 2025, a empresa pretende alcançar níveis abaixo de 8 quilos, em um contexto em que a média da indústria global é de 17 quilos de CO2 por barril.  No Brasil, iniciativas já em curso em Peregrino estão contribuindo para a redução das emissões de carbono no projeto. Alguns exemplos são a substituição do diesel como combustível principal por gás natural, importado da rede offshore existente, além de soluções de digitalização para otimizar o consumo energético de bombas submersíveis.

Para o campo de Bacalhau, a aplicação da metodologia de ciclo combinado no FPSO permitirá o aumento da eficiência energética do projeto e a redução de emissões de CO2. A Equinor também tem buscado, junto aos fornecedores, otimizar sua frota de barcos e voos para as plataformas e vem estudando o uso de barcos à bateria com alimentação inteligente para reduzir o consumo de diesel.

“Temos uma perspectiva de longo prazo no Brasil, com estratégia de crescimento em todos os setores de energia. E queremos seguir fazendo história de forma segura, responsável e sustentável”, declara Veronica. “Nosso portfólio no país é robusto, com ativos em todas as fases, de exploração à produção, além de projetos importantes em energias renováveis. Estamos confiantes nas boas oportunidades que enxergamos pela frente”, celebra a executiva.

Liderança feminina e brasileira

Veronica Coelho, Presidente da Equinor no Brasil, tem entre seus principais desafios garantir bons resultados operacionais de forma segura e eficiente e com baixas emissões de CO2. A executiva brasileira é a terceira liderança feminina consecutiva no comando da empresa no país. Na Equinor, o compromisso com o equilíbrio e a equidade de direitos está presente não apenas no nome da empresa, que reflete também a origem norueguesa da companhia, mas sobretudo nas ações e iniciativas desenvolvidas.

Sobre a Equinor:

A Equinor é atualmente uma das maiores operadoras offshore do mundo, com uma atuação crescente em energias renováveis. Presente desde 2001 no Brasil, a companhia conta com um sólido e diversificado portfólio de óleo e gás no país, com ativos em diferentes estágios, e atuação crescente em energias renováveis. Na Bacia de Campos, a Equinor a opera o campo de Peregrino, tem participação de 25% no campo de Roncador e é operadora do   B-MC-33. Na Bacia de Santos, a empresa é operadora do campo de Bacalhau. Além disso, a Equinor possui várias licenças de exploração de alto impacto. Em energias renováveis, a companhia tem uma participação de 43,75% na usina solar Apodi de 162 MW, que é o primeiro projeto de energia solar da Equinor no mundo.

Petrobras e Gerdau assinam contrato para fornecimento de gás natural

A Petrobras e a Gerdau assinaram contrato para o fornecimento de gás natural no ambiente livre de comercialização para atendimento à unidade da Gerdau, localizada em Ouro Branco/MG.

Esta celebração representa a primeira migração contratual de um cliente do mercado cativo para o mercado livre e um marco no processo de abertura do mercado de gás natural.

“O acordo direto, entre a Petrobras e a Gerdau, materializa a orientação da Petrobras de ir ao encontro dos objetivos do consumidor, ofertando novos produtos e soluções comerciais aderentes às necessidades dos clientes, garantindo confiabilidade, competitividade, flexibilidade e satisfação para ambas as empresas”, afirma Rodrigo Costa, diretor de Refino e Gás Natural da Petrobras.

Para a Petrobras o contrato faz parte da carteira de novos produtos lançados em 2021, que oferece aos seus clientes novas condições comerciais, possibilitando-lhes uma melhor gestão de seu portfólio de compras de gás.  O contrato acordado representa a indexação de um mix de produtos, com vigência até 2025.

Além disso, o contrato confere à Gerdau segurança de suprimento e condições comerciais mais aderentes ao seu perfil de atuação, sendo que o início do fornecimento está previsto para ocorrer em 1º de janeiro de 2022 e após a celebração de contrato de serviço de distribuição entre a Gerdau e a respectiva Companhia Distribuidora Local, em consonância com a evolução legal e regulatória do mercado de gás natural de Minas Gerais.

“Essa parceria com a Petrobras coroa a estratégia da Gerdau de buscar o desenvolvimento e suprimento do mercado de gás no Brasil. Dessa forma, entendemos que com o mercado desenvolvido, mais players seguirão na mesma direção e novas oportunidades surgirão”, disse Vinicius Moura, gerente geral de Suprimentos da Gerdau.

Nesse sentido, a Petrobras e a Gerdau reforçam seus laços comerciais, além do compromisso e pioneirismo no desenvolvimento de soluções comerciais com o objetivo de viabilização do ambiente de comercialização de gás natural aberto, competitivo, sustentável e cada vez mais desenvolvido no país.